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Região de Rio Preto mantém contratações na construção civil

Pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) mostra cenário diferente no Brasil com fechamento de vagas

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Pelo quarto mês consecutivo, a região de Rio Preto está abrindo novas vagas na construção civil. O mês de maio teve um saldo positivo de 15 novos postos de trabalho, representando um leve aumento de 0,05% em relação ao mês anterior. Rio Preto foi a única das dez regionais do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV) a apresentar saldo positivo o emprego. Em todas as outras regiões houve mais demissões que contratações. Com isso a região, que emprega 31.302 pessoas, passou a concentrar 3,8% (contra 3,7% até abril) de toda a mão de obra na construção civil do Estado que emprega um total de 826.875 trabalhadores formalmente registrados.

O município de Rio Preto teve um crescimento no emprego ainda maior. Foram 391 novos postos de trabalho em maio representando aumento de 3,2% em relação ao mês anterior. O total de pessoas formalmente empregadas no setor chega a 12.566.

Em Catanduva o quadro é inverso. Maio teve o fechamento de 3 vagas e é o quarto mês consecutivo de queda no emprego com redução de 0,18% em relação a abril. A cidade emprega atualmente 1.538 pessoas no setor.

Fernandópolis e Votuporanga também apresentam queda no emprego. Em Votuporanga foram 15 demissões, o que representa 0,92% na comparação com abril. Agora são 1.618 trabalhadores no setor. Já Fernandópolis demitiu 31 trabalhadores, queda de 3,02% em relação a abril, ficando com 995 empregados formalmente registrados.

Brasil

O nível de emprego na construção brasileira em maio registrou queda de 1,14% na comparação com abril. O saldo entre demissões e contratações ficou negativo em 36,7 mil trabalhadores com carteira assinada, de acordo com pesquisa elaborada pelo SindusCon-SP em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa é a oitava retração mensal consecutiva. Nos primeiros cinco meses do ano, o saldo negativo chega a 126,9 mil vagas, queda de 3,83% em relação a dezembro.

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