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Nível de emprego na construção civil brasileira recua e registra queda de 1,55% em agosto

Rio Preto, que tem um total de 12.736 trabalhadores empregados, registrou também uma leve queda. Foram fechadas 10 vagas de trabalho, o que representa 0,08% em relação ao mês anterior

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O nível de emprego na construção civil brasileira recuou 1,55% em agosto na comparação com o mês anterior, desconsiderando os fatores sazonais (tratamento estatístico que tem como objetivo retirar efeitos que tipicamente acontecem em um mesmo período do ano). Essa é a 18ª queda consecutiva do indicador, segundo a pesquisa de emprego realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego. O município de Rio Preto, que tem um total de 12.736 trabalhadores empregados, teve também uma leve queda no emprego. Foram fechadas 10 vagas de trabalho, o que representa 0,08% em relação ao mês anterior.

Em 12 meses, o número de demitidos em todo Brasil na construção foi de 446,9 mil trabalhadores. Com base nesses dados, o SindusCon-SP projeta o corte de 535 mil postos no setor em 2015, queda de 11% em relação ao mesmo período de 2014.

“Por falta de perspectivas, a indústria da construção está descendo ladeira abaixo e desempregando, o que é péssimo para o país”, comenta José Romeu Ferraz Neto, presidente do SindusCon-SP. “Enquanto não houver horizonte para a superação da crise, o governo deveria ao menos colocar em dia os pagamentos do PAC e do Programa Minha Casa, Minha Vida, evitar novas elevações de tributos como a que está sendo preparada com o PIS/Cofins e seguir desarmando as pautas-bomba que oneram irresponsavelmente as contas públicas.”

O segmento imobiliário foi o que teve a maior retração (-2,14%), seguido de Preparação de Terreno (-1,76%), Serviços de Engenharia (-1,34%) e Incorporação de Imóveis (-1,32%).

 

 

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