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Viveiro investe em reaproveitamento e intensifica atividades educativas

O Viveiro Municipal, por exemplo, investe na reutilização dos resíduos da roçada dos gramados do próprio Viveiro e do Parque da Represa, para produzir a chamada ‘cobertura morta’

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Um dos pensamentos levados a sério e compartilhados pela prefeitura de Rio Preto é a sustentabilidade. Exemplo concreto disso é a recente adesão do município aos 17 ODS – os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU – a Organização das Nações Unidas. E enquanto as mobilizações de grande porte avançam os bastidores não param. A começar por práticas de economia de energia, papel, água e o estímulo ao reaproveitamento, que já são rotina nas secretarias.

O Viveiro Municipal, por exemplo, investe na reutilização dos resíduos da roçada dos gramados do próprio Viveiro e do Parque da Represa, para produzir a chamada 'cobertura morta'. Trata-se de material orgânico que é colocado sobre os canteiros de mudas, que preserva a umidade, reduz a incidência direta de luz e minimiza o surgimento de plantas daninhas.

O mesmo reaproveitamento tem sido realizado em relação à casca do coco. Parte da fibra da fruta, frequentemente consumida na Represa Municipal, que anteriormente iria para o lixo depois do consumo da água, agora é recolhida por funcionários do Parque da Represa e encaminhada para o Viveiro. Assim, após o trituramento, a fibra do coco também segue para a produção de 'cobertura morta'. Outra função do material triturado é a de ornamentar praças e áreas verdes. A cobertura serve como proteção do solo e reduz a erosão causada pelas chuvas.

E as ações de sustentabilidade não param por aí. Tanto a fibra do coco quanto os resíduos de roçada dos gramados, são usados para outra finalidade. Ambos viram matéria-prima para a compostagem, que faz parte de um processo de produção de adubo orgânico para as plantas. E o melhor. Absolutamente natural e com custo zero.

Funciona assim. Os resíduos de alimentos consumidos pelos funcionários do Viveiro Municipal, como cascas de frutas e legumes, cascas de ovos, pó de café, entre outros, são devidamente separados e destinados a uma composteira, onde se tornam alimento para minhocas e outros micro-organismos. O produto final desse processo é o húmus, material rico em nutrientes e utilizado para fertilizar as plantas. Vale lembrar que, além do meio ambiente, a população também ganha com a prática, pois essas plantas produzidas pelo Viveiro são futuramente doadas à comunidade. O material não tem cheiro, não atrai moscas nem baratas e oferece a nutrição necessária para as mudas, que crescem bonitas e saudáveis.

As práticas de sustentabilidade têm sido amplamente estimuladas pela Secretária do Meio Ambiente e Urbanismo, Kátia Penteado, e se tornado cada vez mais sólidas no município, despertando o interesse inclusive das escolas. Prova disso são as visitas de estudantes ao Viveiro para aprender sobre compostagem e também as palestras que são ministradas pelo Chefe de Divisão do Viveiro, Otton Garcia.

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