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Prefeitura descerra busto de Leonardo Gomes na praça suspensa do Terminal

Busto havia sido retirado da antiga Praça Cívica e guardado pela família do jornalista quando teve início a construção do novo terminal urbano

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A Prefeitura de Rio Preto descerrou o busto do jornalista Leonardo Gomes nesta quarta-feira, 6. A peça de bronze, que fica sobre uma base em mármore, foi instalada no piso superior do Terminal Urbano de Rio Preto, praça suspensa que agora também recebe o nome do homenageado.

O busto havia sido retirado da antiga Praça Cívica e guardado pela família do jornalista quando teve início a construção do novo terminal urbano de Rio Preto. Agora a peça está instalada próximo à passarela que liga o cone central do Terminal Urbano Manoel Antunes à rodoviária Laudo Natel e ao antigo terminal urbano – que se transformará no Terminal Suburbano de Rio Preto quando concluída a reforma na rodoviária.

O descerramento contou com a presença do prefeito Edinho Araújo e de familiares do jornalista. “Hoje estamos celebrando esse espaço lindo, moderno e que vai ser inclusive utilizado no FIT [Festival Internacional de Teatro]. A família está muito feliz pela lembrança e pelo respeito à população e à história de Leonardo Gomes”, afirmou o neto Fernando Costantini Gomes.

O prefeito Edinho também falou da importância da celebração. “A cidade precisa ter a sua história contada, e um busto do Leonardo Gomes neste espaço, que tem um grande fluxo de pessoas, é um destaque importante para continuarmos celebrando esse nome, homenageando um jornalista e empreendedor que fez muito pela nossa sociedade e que completaria hoje 124 anos”, comentou.

Leonardo Gomes

Jornalista e contador, Leonardo Gomes Villarroel nasceu em Vigo, na Espanha, em 1898. Foi diretor do jornal A Notícia, de 1936  a 1970, além de dirigir o Diário da Araraquarense, de 1934 a 1936. Presidiu o Rio Preto Esporte Clube entre 1946 e 1947, assim como a Escola Técnica Dom Pedro II em 1932.

Atuou como um dos líderes regionais da Revolução Constitucionalista de 1932 e, com a derrota dos revolucionários, foi capturado e torturado. É autor do livro “Gente que Ajudou a Fazer uma Grande Cidade – Rio Preto”, de 1975.

 

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