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Apenas por pedir “atenção”, PM é atropelado de propósito por caminhonete

Vítima estava de folga nesta terça-feira quando ocorreu o atropelamento

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Divulgação/Ilustrativa

De folga, policial militar do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) de Rio Preto foi atropelado por um motorista no Jardim Panorama nesta terça-feira (18). A vítima dirigia uma moto e relatou aos colegas que atenderam a chamada “que o suspeito cometeu o crime de propósito e fugiu simplesmente porque ele pediu ‘mais atenção’ no trânsito”. A vítima tem suspeita de lesão na coluna cervical.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, o caso foi registrado por volta de 16h15. O agente de 51 anos disse ainda que “seguia com uma motocicleta YS 150 Fazer preta e, no momento em que passou em frente a um condomínio, uma caminhonete Land Rover chumbo saiu do local e quase o atingiu. Como forma de chamar atenção do motorista pediu para ‘que ele ficasse atento’ e a resposta do suspeito foi de que ‘saísse da frente, se não passaria por cima’, fato que acabou ocorrendo mais à frente”.

O policial seguiu pela avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira e parou no semáforo existente no cruzamento com a avenida Arthur Nonato. Ele parou no local reservado para motos, logo atrás da faixa de pedestres e a Land Rover logo atrás. Assim que o sinal ficou verde, segundo a vítima, “o motorista acelerou e o atropelou, fugindo em seguida, sem prestar socorro”.

Uma ambulância de convênio atendeu a vítima e o levou para a emergência do plano. Ele apresentava escoriações por todo o corpo e, conforme mencionado, suspeita de lesão na coluna cervical. O policial não conseguiu anotar a placa do veículo, mas o possível agressor mora no condomínio citado no texto. A perícia técnica não pôde ser realizada, pois o local não foi preservado.

Registrado como ‘lesão corporal culposa na direção de veículo automotor’, ‘omissão de socorro’ e ‘fuga de local de acidente’, o caso foi encaminhado à delegacia correspondente a área dos fatos, local onde será realizada a investigação. A vítima foi orientada quanto ao prazo de seis meses que tem direito a processar o condutor da Land Rover, tempo este que só passa a contar quando ele for devidamente identificado.

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