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Motociclista sofre fratura exposta após acidente na Vila Toninho

Envolvidos no choque prestaram versões diferentes e motorista apresentava sinais de embriaguez, de acordo com PMs

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Divulgação/Ilustrativa

Um acidente de trânsito causou fratura exposta em uma vítima nesta quarta-feira (25), na Vila Toninho em Rio Preto. De acordo com informações do boletim de ocorrência, a colisão ocorreu por volta de 19h, no cruzamento das ruas José Domingues Neto e Maria Ceron Volpi.

Policiais militares relataram na Central de Flagrantes que foram acionados ao local devido a um acidente de trânsito com vítima. Ao chegarem, uma Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros já prestava atendimento a um homem de 35 anos, com fratura exposta na panturrilha esquerda.

Agentes apuraram com uma testemunha, mulher de 31 anos, motorista de um Mobi preto, que ainda estava presente, “que ela conduzia o veículo pela rua José Domingues Neto, sentido Brejo Alegre, quando parou no sinal de ‘Pare’ existente no chão. Neste momento, um Gol CL preto, conduzido por um homem [43 anos] teria realizado uma conversão à esquerda e colidido com a motocicleta, que vinha no sentido contrário. A conversão teria sido feita quando a vítima já se encontrava no meio da via”.

O motociclista, obviamente, foi jogado ao solo, sofrendo lesões corporais, como a descrita mais acima. Com a batida, o veículo dele foi arremessado contra o Mobi que estava aguardando no sinal de ‘Pare’. Já o condutor do Gol declarou uma versão diferente. Segundo ele, “teria desviado do Mobi, pois este teria parado além da faixa e ao tentar o desvio, teria se chocado com a moto, que vinha no sentido contrário”.

Constatou-se que os motoristas dos automóveis nada sofreram, apenas tiveram prejuízos materiais. Nenhum dos veículos envolvidos possui seguro. Já no Hospital de Base, o motociclista confirmou a versão apresentada pela condutora do Mobi, acrescentando que “o motorista do Gol fez a conversão sem dar seta”.

Embriaguez

Militares frisaram ao delegado que o condutor do Gol “apresentava sinais de embriaguez, mas se negou a realizar o teste do bafômetro”. A moto acabou apreendida administrativamente, pois estava sem licenciamento. O Gol foi guinchado por uma empresa particular. Por fim, o Mobi, como não tinha nenhuma restrição, terminou liberado à motorista ainda no local.

O delegado de plantão determinou expedição de requisição para exame de corpo de delito posterior, a ser realizado no Instituto Médico Legal (IML) de Rio Preto. O motociclista ainda recebeu orientação de que possui seis meses de prazo para entrar com representação criminal (processo) contra o motorista do Gol, que também acabou liberado após os procedimentos de praxe.

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