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Golpe que começa com ligação de ‘atendente’ do banco faz nova vítima

Segundo o homem, criminosos conseguiram apagar do celular dele todos os contatos que utilizaram para enganá-lo

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Divulgação/Ilustrativa

Mais de R$ 14 mil de prejuízo. Rio-pretense se tornou mais uma vítima de um golpe cada vez mais comum na internet, realizado pelas redes sociais e aplicativos de mensagens, além de, claro, por telefone. De acordo com informações de boletim de ocorrência, registrado nesta quarta-feira (5), um enfermeiro de 45 anos, morador do bairro Maceno, foi enganado e pensou estar conversando com funcionário do banco que possui conta e acabou levado a realizar transferências via Pix para falsários.

Na Central de Flagrantes, a vítima relatou que “recebeu ligação, na qual a pessoa se passava por colaborador da instituição bancária. O golpista lhe disse que foi realizado um Pix da conta jurídica dele no valor de R$ 13,9 mil e perguntou se reconhecia tal transação. Respondeu que não, sendo que, passou a ser ‘orientado’ a abrir o aplicativo para resolver a situação. Acessou o app e de fato viu que tal movimentação constava como Pix realizado, o que lhe fez acreditar que a informação era verdadeira”.

Seguiu o relato, afirmando que “recebeu instruções para cancelamento. Fez o passo a passo e até o momento em que estava ali formalizando a queixa não tinha recuperado o acesso ao aplicativo, mesmo tendo ido até a agência física do banco. No local, inclusive, ficou sabendo que além dos R$ 13,9 mil, outro Pix havia sido realizado, este de valor menor [R$ 252] em nome de uma conta física [pessoa do sexo masculino]”.

Além do acesso ao app financeiro, relata que “não conseguiu mais entrar também em um aplicativo de uma rede de lojas onde possui cartão de crédito [ou seja, o prejuízo pode ainda se tornar maior] e também realiza costumeiramente compras online. Perdeu também a entrada em um app de recarga. Além disso, mensagens recebidas e números de contato dos criminosos foram apagados do celular, não tendo, portanto, nenhuma informação sobre eles”.

O delegado de plantão o orientou quanto ao prazo de seis meses que tem direito a processar os envolvidos, prazo esse que só passa a contar quando eles forem devidamente identificados. A documentação acabou encaminhada ao distrito policial correspondente a área dos fatos, que vai proceder as investigações do caso.

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