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Novorizontino segue preparação para jogo contra a Ponte Preta, no Jorjão

Tigre soma 53 pontos, em 7º na Série B, e segue na briga pelo acesso ao Brasileirão

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Gustavo Ribeiro/Novorizontino

O Novorizontino segue a sua semana de preparação para o jogo contra a Ponte Preta, sexta-feira (27), às 21h30, no Estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte, pela 34ª rodada do Brasileirão B. O elenco do Tigre do Vale treinou na Toca do Tigre. O lateral-esquerdo Roberto, que na última rodada diante do Botafogo voltou a iniciar uma partida após dois meses e meio, bateu um papo com a TV Novorizontino e falou da alegria de poder voltar aos gramados, após se recuperar de lesão muscular na coxa direita.

“Foi um jogo especial para mim, depois de dois meses e meio por causa de uma lesão que nunca imaginei ter, vinha de várias temporadas jogando direto, mas faz parte do futebol, não tem como fugir disso. Foram dias bastante difíceis para mim e essa volta, atuar os 90 minutos, poder ajudar o Novorizontino, foi especial. Infelizmente não foi o resultado que eu queria, mas poder estar em campo novamente é especial e quero ajudar a colocar esse time na primeira divisão”, disse Roberto.

Com 53 pontos, o Aurinegro ocupa a 7ª colocação e está a três pontos do G4, faltando 15 pontos em disputa. “Estamos vivos ainda no campeonato, temos grandes chances de chegar nesse tão sonhado acesso. Desde o início do A2, quando tivemos a primeira reunião com o professor (Eduardo Baptista), com todo elenco e diretoria era para ter sucesso esse ano e acredito que é o que estamos fazendo. Voltamos para o Paulistão e agora uma briga em que dá para sonhar, acreditar e chegar. São decisões agora e temos de ter atenção redobrada para ter os resultados. Nessa reta final não é só jogar bem, precisa do resultado”, emendou Roberto.

O Novorizontino é o 18º clube na carreira de Roberto, que curiosamente jogava inicialmente como meio-campo e atacante. “Meu pai foi jogador profissional, jogou no Piauí, foi campeão piauiense e eu cresci vendo ele jogar, era um meia direita. Como nasci canhoto, ele me colocou de meia esquerda, jogando ali de atacante e fui me aperfeiçoando ali em escolinha, meu pai tinha uma escolinha, então fiz minha base e ele me levou para o Bahia, onde fiquei até chegar no profissional. Sempre tinha aquela situação de improvisar na lateral e um dia o treinador do profissional me viu em um jogo da base na lateral e nisso subi para o profissional”, recordou Roberto. “Em 2013 estava no Icasa, de meia, mas o Athletico Paranaense me comprou por causa de jogos que fiz na lateral-esquerda, desde então segui nessa posição”.

Confira o vídeo na TV Novorizontino

Arte: Divulgação/Novorizontino

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