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Comissão convoca secretário de Obras para tentar barrar CPI

Luis Carlos Calças e o engenheiro Pedro Zacarin participam nesta sexta-feira (dia 6), de audiência pública para prestar contas sobre as obras antienchentes em Rio Preto

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Uma comitiva liderada pelo secretário de Obras de Rio Preto, Luis Carlos Calças, participa de audiência pública nesta sexta-feira (dia 6), às 10h, na Câmara Municipal para tentar evitar a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CEI), popularmente conhecida como “CPI das Obras Antienchentes”.

O secretário atende convite da vereadora Karina Caroline, que preside a Comissão Permanente de Obras no Legislativo. Além de Calças, também está confirmada a presença do engenheiro Pedro Zacarin. Os parlamentares querem esclarecer a eficácia das obras orçadas em pouco mais de R$ 125 milhões, que com aditivos autorizados pelo prefeito Valdomiro Lopes já ultrapassam o montante dos R$ 140 milhões, sendo que deste total pouco mais da metade já foi pago para a Constroeste empresa responsável pela obra.

“Nosso objetivo é reunir além do secretário, os técnicos da Prefeitura e da construtora para esclarecer os motivos que provocaram o alagamento das principais avenidas na última segunda-feira. Queremos ainda acompanhar o andamento da obra e seu cronograma”, afirmou Karina.

Enquanto integrantes da comissão tentam apresentar uma resposta para as enchentes no início da semana, o vereador Renato Pupo (PSD) segue em busca do apoio de mais um vereador para viabilizar a investigação, uma vez que o regimento da Câmara prevê que são necessárias no mínimo seis assinaturas. Até o momento, o parlamentar conta com o apoio de quatro vereadores: Marco Rillo (PT), Celi Regina (PT), Jean Charles (PMDB) e Cesar Gelsi (PSDB).

“Precisamos entender o que aconteceu na última segunda, pois pelo visto as obras que já consumiram pouco mais de R$ 75 milhões parecem que não funcionaram e não irão funcionar, esse é nosso dever”, ressaltou Pupo.

De acordo com Luis Carlos Calças, como as obras ainda não foram concluídas, “a condução da água pelas canaletas fica prejudicada e é preciso respeitar o cronograma das intervenções”, afirmou.

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