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Candidatos terão até a véspera da eleição para ‘pescar’ votos

Calendário permite distribuição de material gráfico, caminhadas, carreatas e uso de carros de som para divulgação de mensagens eleitorais

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Candidatos que disputarão as eleições de outubro terão até a véspera da votação do primeiro turno, que será realizada do dia 7, para “garimpar” votos. De acordo com o calendário eleitoral, até o dia 6, os partidos e coligações poderão distribuir material gráfico, promover caminhada, carreata, passeata ou utilizar carro de som pelas ruas para divulgar jingles e mensagens de candidatos.

Um dia antes, em 5 de outubro, será permitida a divulgação paga, na imprensa escrita, e a reprodução, na internet, do jornal impresso, de até 10 anúncios de propaganda eleitoral, por veículo, em datas diversas, para cada candidato, no espaço máximo, por edição, de 1/8 (um oitavo) de página de jornal padrão e de 1/4 (um quarto) de página de revista ou tabloide.

Os partidos e as coligações só poderão utilizar alto-falantes ou amplificadores de som, nas suas sedes ou em veículos, das 8h às 22h. O horário para o uso de aparelhagem de sonorização fixa é mais flexível das 8h à meia-noite, podendo ser prorrogado por mais duas horas quando se tratar de comício de encerramento de campanha.

Na quinta-feira, dia 16, começou oficialmente a propaganda eleitoral. Pela legislação, as regras são rígidas e claras – exigem menos barulho e obediência a horários e normas. A propaganda eleitoral na internet é permitida desde que não seja paga. Os diretórios partidários deverão instalar nas sedes serviços telefônicos para atender aos eleitores.

Patrimônio dos presidenciáveis chega a R$ 834 milhões

Treze nomes se apresentaram para concorrer à Presidência da República ao término do prazo de registro das candidaturas para a disputa eleitoral deste ano, às 19h da quarta-feira, dia 15. De acordo dados disponíveis no Sistema de Divulgação de Candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o patrimônio declarado dos presidenciáveis chega, no total, a R$ 834 milhões. O destaque, no quesito, é o candidato João Amoêdo (Novo), que declarou bens que, somados, chegam a R$ 425 milhões. O emedebista Henrique Meirelles aparece em segundo, com R$ 377,5 milhões declarados.

 

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