Política

Assistentes e psicólogos pedem que Prefeitura contrate esses profissionais para educação básica

Existe uma Lei Federal que obriga os estados e municípios a terem esses profissionais em seus quadros


A tesoureira do Conselho do Serviço Social de São Paulo – Regional São José do Rio Preto, Mariana Sato dos Reis, usou a Tribuna Livre da Câmara Muncipal para solicitar a contratação de assistentes sociais e psicólogos na rede municipal de ensino básico. Ela sacou uma Lei Federal que determina que esses profissionais façam parte do organograma de funcionários da Educação Básica. Revelou, no entanto, que em Rio Preto eles não constam da lista de 2021.

Lembrou que no Brasil, Limeira é uma cidade que tem esses profissionais no quadro da educação e que os resultados são muito bons. Além de Limeira, ela relatou experiências internacionais. 

Uma reunião do Conselho Federal de Assistência e Educação determinou em março do ano passado que esses profissionais devem receber 70% do piso destinado a professores. E pediu que a Secretaria de Educação de Rio Preto reveja a posição.

Reunião do Conselho Municipal de Assistentes Sociais de Rio Preto referendou a decisão do teto salarial determinado pelo Conselho Federal. Os Conselhos Tutelares também decidiram que esses profissionais são fundamentais nas escolas.

Ela relatou que eles promovem a eficácia do desenvolvimento escolar, a construção de relações respeitosas entre eles, funcionários, professores, as famílias e a comunidade.
Ressaltou que o retorno às aulas, absolutamente incerto e inseguro, principalmente por causa da ausência de vacinas, é mais um argumento para a contratação desses profissionais. 

Propagandistas querem ser vacinados como grupo de risco

A presidente do Sindicato dos Propagandistas, Sinproverp, Alexsandra Evangelista, ocupou a Tribuna Livre para solicitar a inclusão dos propagandistas e revendedores de remédios no grupo prioritário para a vacinação contra a Covid-19.

Ela alega que os profissionais da área vivem em contato direto com clínicas, médicos, hospitais e funcionários da saúde.  Alguns, segundo afirmou, chegam a fazer 10 reuniões diárias com médicos mesmo no período da pandemia.

Ela revelou que a vacina para o grupo é importante porque eles podem se transformar em vetores da doença transportando-a de um lado para o outro, incluindo suas residências. O assunto deverá ser encaminhado à Secretaria de Saúde.

Por Rubens Celso Cri em 10/02/2021 00:55