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Câmara aprova 72 cargos na Educação e rejeita veto sobre cursinho popular

O texto que institui o rodeio e demais atividades equestres como manifestações culturais foi aprovado

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TV Câmara

O Projeto de Lei Complementar, de autoria do Executivo, que cria 72 cargos na área de Educação será votado em regime de urgência, ou seja, em relação à legalidade e ao mérito, na sessão da Câmara desta terça-feira (12), em Rio Preto. O veto do prefeito Edinho Araújo (MDB) ao projeto de Celso Peixão (MDB), que autoriza a criação de curso pré-vestibular para pessoas em situação de vulnerabilidade social foi rejeitado pelos vereadores.

Dos cargos para a Secretaria de Educação, 63 são de Professor de Educação Básica I (PEB 1), dois de Coordenador Pedagógico, três de Diretor de Escola e quatro de Agente Administrativo. As contratações são necessárias para substituir servidores devido a aposentadorias e exonerações.

Ainda de acordo com o prefeito, “há concurso público válido para preenchimento dos cargos e, quando aprovada a criação dos cargos, deverá ser convocado o próximo candidato da lista de classificados”.

O impacto financeiro previsto pela Prefeitura de Rio Preto com as novas contratações é da ordem de R$ 2.283.831,59 para este ano. Para 2025, o valor estimado é de R$ 4.136.504,92 e para o ano seguinte, R$ 4.378.425,66.

Também em relação à Educação, os vereadores rejeitaram o veto do Executivo ao Projeto de Lei de Peixão que autoriza a criação de curso pré-vestibular para pessoas em situação de vulnerabilidade social. “Vamos esperar que o TJ entenda como algo necessário para a cidade. O veto foi rejeitado para que o prefeito se sensibilize e ajude a população carente a estudar. O objetivo é que todos tenham acesso a uma educação pública de qualidade e que nossos jovens possam concorrer com confiança em vestibulares das grandes universidades do país”, comemorou o vereador.

Apesar dos votos contrários dos vereadores Claudia de Giuli (MDB), João Paulo Rillo (PSOL) e Pedro Roberto (Republicanos), o texto de Bruno Moura (PRD) foi aprovado em segunda discussão. A proposta institui o rodeio e demais atividades equestres como manifestações culturais, passando a fazer parte do Calendário Oficial do Município.

Em primeira discussão, os vereadores aprovaram o projeto que permite a circulação de motocicletas conduzidas por moto-entregadores nas faixas exclusivas de ônibus, de Robson Ricci (Republicanos).

Já o projeto de Jean Dornelas (MDB), subscrito por Claudia de Giuli, que obriga condomínios e associações de moradores de bairros residenciais fechados a disponibilizar veículos especiais, preferencialmente carros elétricos, para a locomoção e transporte de funcionários das residências, teve votação adiada.

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