A Polícia Civil prendeu em Rio Preto, um homem foragido da Justiça acusado de matar um jovem de 22 anos a tiros. A captura foi realizada por investigadores da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jales, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic) do Deinter-5.
Segundo a Polícia Civil, o homem era procurado desde que teve a prisão temporária decretada, após ser identificado como autor dos disparos que mataram Kauan Fernandes em novembro de 2025. Durante as investigações, os policiais obtiveram informações de que o foragido estaria escondido em um bairro de Rio Preto.
Após diligências, o imóvel utilizado como esconderijo foi localizado. Com apoio operacional do GOE, foi realizado cerco no local, resultando na prisão do suspeito sem registro de feridos. No momento da abordagem, ele ainda tentou danificar um aparelho celular, possivelmente para ocultar provas, conduta que será apurada no inquérito.
O homem foi encaminhado à sede da Deic de Rio Preto e permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil destacou que a ação reforça a integração entre as unidades especializadas e o compromisso com a elucidação de crimes graves.
Relembre o crime ocorrido em 2025
O homicídio aconteceu no dia 29 de novembro de 2025, na rua João Antônio de Carvalho, no bairro Vila União, em Jales. Kauan Fernandes, de 22 anos, foi morto a tiros na calçada de sua própria casa.
Segundo informações da Polícia Militar, a vítima estava do lado de fora do imóvel quando o motorista de um carro parou no local. O suspeito desceu do veículo e efetuou diversos disparos de arma de fogo contra o rapaz, fugindo em seguida.
Kauan foi atingido por pelo menos seis tiros, que acertaram o peito, ombro, joelho, coxa e costas. O Serviço de Resgate foi acionado, mas o jovem morreu ainda no local. Durante a perícia, oito cápsulas deflagradas foram encontradas na cena do crime.
A área foi isolada pela Polícia Militar até a conclusão dos trabalhos periciais, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil, que, meses depois, conseguiu identificar o autor e efetuar a prisão do acusado.