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Ataques do Hezbollah reacendem tensão entre Líbano e Israel

Grupo xiita ataca Israel a partir do Líbano e provoca retaliações; crise se amplia após mortes e ações militares recentes

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Reprodução/ imagem criada com IA

A situação no Oriente Médio voltou a sofrer uma intensa escalada neste início de março, com o grupo libanês Hezbollah reivindicando ataques contra alvos em Israel a partir do sul do Líbano em um episódio que aumenta as tensões na região e eleva temores de um conflito mais amplo.

Segundo relatos de agências internacionais, a milícia disparou mísseis e drones contra o território israelense, alegando que a ofensiva era uma forma de retaliação pela morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, morto em ataques coordenados por forças dos Estados Unidos e de Israel no fim de semana anterior.

Em resposta aos disparos vindos do Líbano, o Exército de Israel lançou uma série de ataques aéreos em direção às posições de Hezbollah e áreas próximas a Beirute, incluindo bairros considerados redutos do grupo miliciano.

As autoridades libanesas e analistas internacionais observam a situação com preocupação, já que se trata da primeira ofensiva desse tipo reivindicada por Hezbollah desde que um acordo de cessar-fogo entrou em vigor em 2024 após meses de combates intensos na fronteira.

O episódio foi acompanhado por fortes reações diplomáticas. Nação preocupada com o agravamento do conflito, o governo brasileiro emitiu um comunicado pedindo cessar-fogo imediato, respeito ao direito internacional e a busca por soluções por meio de negociação e instituições multilaterais, como a Organização das Nações Unidas.

Especialistas alertam que a participação de grupos como o Hezbollah em ataques diretos e as retaliações subsequentes aumentam os riscos de uma crise regional mais ampla, envolvendo atores estatais e não estatais em uma espiral de violência com consequências para a segurança internacional.

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