Esportes
Carol Gattaz comemora ida para Tóquio
Jogadora de vôlei rio-pretense é convocada para os Jogos Olímpicos e ganha prêmio como melhor bloqueadora de torneio na Itália

A central rio-pretense Carol Gattaz vive, sem dúvida, sua melhor fase da carreira. Capitã do seu time, o Minas, em Belo Horizonte, eleita melhora bloqueadora da Liga das Nações, na Itália, e escolhida pelo técnico José Roberto Guimarães, nesta semana, como uma das 12 atletas para integrar a Seleção que disputará os Jogos Olímpicos de Tóquio. Aos 39 anos, Carol diz não conter sua alegria e afirma não guardar ressentimentos pelos cortes sofridos no passado, como em 2008, quando era nome certo para as Olímpiadas e acabou sendo preterida na ocasião. “Vejo que hoje estou preparada, psicologicamente, fisicamente e tecnicamente. Tudo na vida tem seu tempo. Vejo que é o tempo de Deus mesmo”, afirmou Carol, que é uma das grandes líderes do grupo que tentará em Tóquio mais um título olímpico para o Brasil.
Na semana passada, Carol foi eleita a melhor bloqueadora da Liga das Nações, torneio de seleções disputado na cidade de Rimini, na Itália. O Brasil acabou perdendo a final para os Estados Unidos e ficando com o vice. “Foi um bom teste para nós. Boas semanas de treino e competição. E fiquei bem feliz com o reconhecimento de ser escolhida como melhor bloqueio”, comentou a central que ficou sabendo da lista oficial para Tóquio, um dia após a decisão contra os EUA. “A emoção foi grande demais. Por mais que a gente está ali, treinando, jogando e no grupo, ficamos apreensivas. Enquanto não sai a lista definitiva ficamos nervosas. É muita emoção mesmo, uma mistura de pensamentos passa na minha cabeça. Vou poder realizado meu maior sonho e o primeiro passo foi dado, estar entre as 12 selecionadas”.
Não tem como deixar de falar das Olímpiadas de Pequim, em 2008. Carol acabou sendo cortada na véspera do torneio. “Hoje, eu entendo que não era o meu momento. Não acho que foi uma injustiça. Claro que eu queria estar naquele grupo, mas vejo que atualmente estou bem mais preparada. É tudo muito diferente”.
Ela falou sobre o que as espera nos Jogos Olímpicos de Tóquio. “É o maior campeonato do mundo, fortíssimo. Com certeza teremos um caminho muito duro pela frente até o ouro olímpico. Tem várias equipes que estão na nossa frente, tecnicamente, como a China, atual campeã, os Estados Unidos, a Sérvia, a Itália. São times fortes que estão muito preparados e sempre estão ganhando títulos. Vamos ter muito trabalho. Mas o nosso grupo vai dar o máximo. Acredito que esse último mês de preparação vamos reparar, acertar o que ficou para atrás para chegarmos da melhor maneira possível”.
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