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Estudante de Rio Preto conquista 1º lugar no Brasil na Olimpíada de Foguetes

Alessandro Oliveira Santana Junior alcançou 348,8 metros com seu foguete, superando em 45,6 metros a marca do segundo colocado

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O interesse pela ciência e a curiosidade sobre o funcionamento das coisas levaram Alessandro Oliveira Santana Junior, de 16 anos, aluno do Colégio Objetivo Rio Preto, a uma conquista de destaque nacional. O estudante conquistou o 1º lugar do Brasil na Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG), com um lançamento de 348,8 metros, superando em 45,6 metros a marca do segundo colocado, que atingiu 303,2 metros.

O resultado destaca o potencial dos estudantes quando têm a oportunidade de explorar seus interesses, colocar conhecimentos em prática e participar de desafios científicos. A OBAFOG estimula a aplicação de conceitos relacionados à Física, Astronomia e Astronáutica por meio da construção e do lançamento de foguetes, aproximando os participantes da experimentação científica.

Curiosidade que vai além da sala de aula

Fora do ambiente escolar, Alessandro também demonstra interesse pela tecnologia. Entre seus hobbies estão montar e explorar o funcionamento de equipamentos eletrônicos, como rádios, televisores e celulares. Ele também acompanha o canal Manual do Mundo, conhecido por apresentar experiências e explicar fenômenos científicos de maneira acessível.

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Essa curiosidade encontrou na olimpíada uma oportunidade de transformar interesse em conhecimento prático. Ao desenvolver e testar um foguete, o estudante enfrentou desafios que exigiram observação, experimentação e busca por soluções.

O apoio da família foi fundamental em cada etapa da conquista. O pai, Alessandro Oliveira Santana, e a mãe, Nadia Cristina Lissone Santana, acompanharam o filho até Barra do Piraí, no Rio de Janeiro, para a 93ª Jornada de Foguetes. Os dois também participaram dos preparativos, incentivando os testes e oferecendo suporte emocional para a realização do projeto.

A dedicação dos pais foi importante para que o estudante pudesse se concentrar no desafio e vivenciar a experiência da competição nacional, compartilhando com a família a alegria de alcançar o primeiro lugar.

“Acredito que a presença e o envolvimento da família foram fundamentais para transformar o interesse do Alessandro em uma experiência concreta de aprendizagem e em uma conquista nacional”, explica Nadia Cristina, mãe do aluno.

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Aprendizado e novas experiências

Além da conquista, a participação na OBAFOG proporciona aos estudantes contato com participantes de diferentes regiões do país, favorecendo a troca de experiências e a construção de novas amizades.

Para Alessandro, essa convivência também representa um dos aspectos importantes da competição nacional: a oportunidade de conhecer outras pessoas, compartilhar conhecimentos e aprender com estudantes que têm interesses semelhantes.

O professor de Química Nilton Romero, que acompanhou Alessandro durante a 93ª Jornada de Foguetes, destaca a importância da experimentação e da aplicação prática do conhecimento científico na formação dos estudantes.

“A participação em uma competição como a OBAFOG permite que o aluno perceba que a ciência não está apenas nos livros. Ele precisa testar, observar os resultados, identificar o que pode ser melhorado e buscar soluções. Esse processo é muito importante para a formação do estudante”, afirma.

A diretora do Colégio Objetivo, Viviane Sant’Ana, ressalta que o incentivo à participação em projetos e competições científicas contribui para estimular os interesses individuais, ampliar as possibilidades de aprendizagem e despertar a curiosidade dos estudantes desde a educação básica.

“Nosso papel enquanto escola é oferecer conhecimento, mas também criar oportunidades para que o estudante descubra seus interesses, desenvolva suas habilidades e perceba que é capaz de ir além. Uma conquista como a do Alessandro é motivo de orgulho e reforça a importância de incentivar a curiosidade científica, mostrando que o conhecimento pode abrir novos caminhos. Esse resultado é fruto de um processo que envolve estudante, professores, família e escola”, finaliza Viviane Sant’Ana.

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