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Motorista é preso embriagado e com arma no carro neste sábado

Envolvido ainda se recusou a soprar o bafômetro e brigou com policiais

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Divulgação/Ilustrativa
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Excesso de velocidade, desrespeito aos sinais de trânsito, porte ilegal de arma, munições e estado de embriaguez. Assim a Polícia Militar rio-pretense abordou um motorista na madrugada deste sábado (29) na avenida Danilo Galeazzi. De acordo com informações do boletim de ocorrência, uma perseguição se iniciou no Jardim Paraíso e seguiu até o local em que o homem, identificado com 37 anos, acabou detido.

Agentes declararam na Central de Flagrantes que era por volta de 0h15, quando realizavam patrulhamento e notaram um veículo Pampa azul, cujas características se assemelhavam a uma queixa de furto. Ao se aproximarem, o motorista fugiu em disparada, passando a ser perseguido pela viatura.

O condutor ignorou vários sinais vermelhos, sinalizações de ‘Pare’ no solo e cruzamentos. Só conseguiram abordá-lo, portanto, na avenida Danilo Galeazzi. Em revista no carro, PM encontrou um revólver calibre 9mm municiado com sete cartuchos intactos. Na revista pessoal, nada ilícito foi localizado com o envolvido.

Naquele instante, os policiais reconheceram imediatamente sinais de embriaguez como odor etílico no hálito, olhos vermelhos, fala distorcida e problemas com equilíbrio. Foi solicitado que soprasse o bafômetro, mas o homem se recusou. Com isso, recebeu voz de prisão. Ao saber que seria levado para a delegacia ficou nervoso, passando a gritar “ninguém me prende. Não vou há lugar nenhum”.

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Na sequência, passou a resistir e entrou em luta corporal com os policiais, que precisaram se utilizar de força para algemá-lo. A arma, acessórios, munições e documentos foram apreendidos e o suspeito preferiu que a família não fosse informada sobre a prisão. No depoimento, relatou que “possui um comércio e trabalha como motorista. Foi levar um amigo para casa e na volta ocorreu a abordagem pelos PMs”.

O motorista ainda negou que tivesse ingerido bebida alcoólica e autorizou coleta de sangue para exame posterior. Disse também que nunca foi preso e nem possui passagens criminais. O delegado de plantão determinou que a voz de prisão fosse mantida, instaurou inquérito e ele permanece preso, à disposição da Justiça ao menos até a audiência de custódia.

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