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Suspeito de planejar assassinato de jovem em Rio Preto é preso no RJ

Conhecido como “Fifo”, investigado foi localizado em Cabo Frio durante a terceira fase da Operação Ruas de Fogo, da Deic

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Polícia Civil
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Um homem de 27 anos, identificado pelas iniciais S.S.P.J. e conhecido como “Fifo”, foi preso nesta terça-feira (13/10) em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, suspeito de participar do planejamento do homicídio de Heitor Rogério Próspero Challa Brasil, de 18 anos, em Rio Preto. A captura ocorreu durante a terceira fase da Operação Ruas de Fogo, após investigação conduzida pela Delegacia de Investigações sobre Homicídios da Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic) do Deinter-5.

O crime ocorreu em 7 de dezembro de 2025, no bairro Santo Antônio, em Rio Preto. Conforme as apurações da Polícia Civil, o assassinato estaria relacionado a uma disputa territorial ligada ao tráfico de entorpecentes. Os investigadores identificaram indícios da atuação de um grupo criminoso organizado, com divisão de tarefas entre os integrantes.

Na ocasião, Heitor foi perseguido por homens em uma motocicleta e atingido por diversos disparos de arma de fogo em via pública. Na tentativa de escapar dos agressores, o jovem chegou a pular o muro da Igreja Santo Antônio de Pádua, mas foi alcançado e morreu no local.

O aprofundamento das investigações e a reconstituição da dinâmica do crime apontaram que o homicídio não teria sido um episódio isolado, mas resultado de uma ação previamente articulada, com a participação de diferentes integrantes do grupo. “Fifo” é apontado pelos investigadores como um dos mentores da ação criminosa.

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A prisão em Cabo Frio foi resultado do trabalho investigativo da Delegacia de Homicídios de São José do Rio Preto, em conjunto com a Guarda Municipal do município fluminense e a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. A apuração permitiu avançar na identificação dos envolvidos e na compreensão da estrutura de atuação do grupo investigado.

As investigações prosseguem para esclarecer integralmente a participação de cada suspeito, identificar possíveis outros envolvidos e localizar os demais procurados. A Polícia Civil mantém o trabalho para elucidar o homicídio e reunir elementos que permitam responsabilizar judicialmente todos os envolvidos, inclusive aqueles que, em tese, tenham planejado ou articulado a execução do crime.

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