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Vítima de golpe nota segunda tentativa de bandidos e evita prejuízo maior

Estelionatário utilizou a conhecida tática do ‘parente que pede dinheiro pelo WhatsApp’

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Divulgação/Ilustrativa
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Depois de uma primeira investida com sucesso, criminosos cibernéticos foram detectados por uma vítima do Loteamento Residencial Regissol, em Rio Preto e não conseguiram mais dinheiro. De acordo com informações do boletim de ocorrência, os envolvidos utilizaram a conhecida tática do ‘parente que pede dinheiro pelo WhatsApp’, mas com uma leve variação. Ao invés de requisitar mais transferências logo em seguida da primeira, deixaram para fazer horas depois.

O fato chamou atenção do homem, 57 anos, que evitou um prejuízo maior. Ele relatou na Central de Flagrantes que recebeu no último domingo (19) uma mensagem via WhatsApp de um número com DDD 017, onde a pessoa se passou pela irmã dele. O relato é o mesmo conhecido de sempre: o número dela teria mudado.

A suposta irmã pediu-lhe um Pix de R$ 1.530 mil. Curiosamente, a chave pertencia a uma conta de um homem desconhecido. Mesmo assim, sem desconfiar, a vítima enviou o dinheiro para os estelionatários. Algumas horas depois, a ‘irmã’ mandou novas mensagens afirmando que tinha errado no cálculo da conta que precisava pagar e pediu mais R$ 940.

Essa atitude despertou a suspeita da vítima, que ligou para a – verdadeira – irmã e para o pai dele, quando descobriu que tudo não passava de um golpe. Ele foi orientado quanto ao prazo de seis meses que tem para representar criminalmente (processar) contra os envolvidos, tempo que começa a contar quando eles forem identificados.

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