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Rio-pretense perde quase R$ 20 mil ao cair em golpe comum

Mulher pensou que falava com gerente da conta dela, seguiu ‘orientações’ e fez transferências via Pix para criminosos

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Divulgação/Ilustrativa
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Apesar da enorme quantidade de casos de estelionato e maciça campanha de instituições financeiras pela mídia em geral, mais uma rio-pretense foi vítima de um dos golpes mais comuns nesta segunda-feira (2). E perdeu muito dinheiro. De acordo com informações do boletim de ocorrência, a moradora do bairro Residencial Cidade Jardim, 59 anos, ficou com prejuízo de R$ 16.550 mil.

Na delegacia, contou que “recebeu uma ligação de um homem que dizia ser da área de segurança do banco em que ela possui conta. Ele a questionou se havia realizado um empréstimo no valor de R$ 4.980 mil, tendo respondido imediatamente que não. O suposto funcionário afirmou que constava no sistema o ‘tal’ empréstimo, tendo, inclusive, todos os documentos da vítima arquivados. Passou a ligação para o ‘gerente’, que lhe garantiu que iria cancelar a movimentação financeira”.

A vítima relata que os golpistas chegaram até a marcar uma reunião com ela para o dia seguinte. Ainda durante a ligação, a mulher disse que o ‘gerente’ frisou que “o celular dela estava com vírus e que havia um Pix agendado para o próximo dia útil, sendo necessário que ela realizasse duas transações via Pix para uma chave [de pessoa física], para que depois fosse estornado o valor e o Pix agendado, terminasse cancelado”.

Só que as movimentações orientadas pelos criminosos que ela fez sem desconfiar de nada, enviou a eles duas transferências, uma de R$ 8.750 mil e outra de R$ 7,8 mil, totalizando o citado prejuízo de R$ 16.550 mil. Quando os filhos chegaram em casa e a mulher contou o que havia acontecido, foi alertada por eles “que se tratava tudo de um golpe”.

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O extrato bancário da conta foi anexado junto com a queixa no plantão policial. A rio-pretense recebeu orientação de que possui seis meses de prazo para representar criminalmente (processar) contra os envolvidos. Este prazo só passa a contar quando – e se – os estelionatários forem devidamente identificados. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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