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Daniel Nhani é o primeiro candidato a prefeito a votar em Rio Preto

O candidato Daniel Nhani (PCO) foi o primeiro a votar na manhã deste domingo (dia 2) às 9h37, na escola Sesi do bairro Boa Vista, em Rio Preto

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O candidato Daniel Nhani (PCO) foi o primeiro a votar na manhã deste domingo (dia 2) às 9h37, na escola Sesi do bairro Boa Vista, em Rio Preto.

Na saída, Daniel falou da sobre sua campanha

“Não fiz coligações partidárias e também não aparecemos na televisão, por ser um partido sem coligação, por isso tivemos um tempo curto. Não me afastei do trabalho, tive que manter minha candidatura junto ao meu trabalho isso atrapalhou um pouco. Nossa campanha foi digna, limpa, sem gastos. Basta olhar no site da justiça eleitoral para ver que meu gasto foi zero”.

Nhani também comentou sobre alguns santinhos de políticos jogados na porta do colégio.

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“Não sujamos vias públicas e locais de votação como aconteceu aqui na escola onde voto. É possível ver santinhos de um monte de candidatos e também espero que a justiça eleitoral tome alguma providencia. Fomos todos notificados na última sexta-feira para que isso não acontecesse. Como a lei da ficha limpa não foi cumprida para alguns candidatos, eu espero que pelo menos esta da via pública seja cumprida. Pois os trabalhadores da limpeza não são obrigados a ficar limpando essa sujeira de eleição”.

Confira as propostas apresentadas pelo candidato na série de reportagens feitas pela Gazeta de Rio Preto.

Transporte Público: “Nós do Partido da Causa Operária (PCO) defendemos o fim do monopólio capitalista sobre o transporte público, colocando-o totalmente sob o controle do Município e com passe livre para estudantes e trabalhadores. O problema da superlotação e demora reside na falta de investimento no setor, justamente pelas empresas que detém o monopólio visarem apenas lucro e não o atendimento das necessidades do usuário do transporte coletivo urbano, defendemos também a completa liberdade para operação dos pequenos transportistas”.

Enchentes: “O problema das enchentes é bastante antigo na cidade, nenhum prefeito jamais resolveu, apesar de tantas promessas. Nestas eleições não será diferente, todos os candidatos farão promessas enquanto a esta situação, mas como sempre ninguém solucionará. A tendência é que as obras antienchentes sejam eternas, pois é uma rentável fonte de lucro para empreiteiras e construtoras, então as obras jamais serão, de fato, efetivas para resolver este problema. É necessário que tais interesses econômicos sejam extirpados da administração municipal, tendo o controle da obra, da contratação à execução do serviço, controlado pela população de Rio Preto”.

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Saúde:  “A dengue é uma doença quase que exclusiva de bairros periféricos, os postos de saúde da periferia estão lotados de pessoas com dengue ou suspeita, inclusive a atual administração escondeu os números reais da dengue. É nos bairros pobres que estão os lixões, terrenos baldios e todo tipo de entulho, o poder público não assiste a estas áreas, mas é lá que elegem seus representantes, o real combate à dengue começa tirando o lixo das periferias e com prevenção. A demora nos exames e consultas é ineficiência na gestão, quando os recursos forem aplicados de fato em saúde e sem interesses econômicos e pessoais a situação muda”.

Trânsito:  “Uma das formas mais efetivas de melhorar o transito em Rio Preto é através do transporte coletivo urbano, defendemos que seja totalmente municipalizado, terminando assim com o monopólio que apenas visa o lucro. Se as linhas forem ampliadas, atendendo a toda cidade, os ônibus ágeis e confortáveis (wi-fi/ar-condicionado), com “gratuidade” (passe livre) para todos, não haveria necessidade de os trabalhadores saírem com seus veículos, diminuindo consideravelmente o número de carros e motos, evitando acidentes e melhorando a mobilidade urbana.”

Educação e Cultura: “Todo conjunto da Educação está recebendo inúmeros ataques por parte dos governos de todas as esferas, a municipalização é uma de descentralizar o ensino para privatizá-lo. Em Rio Preto, a educação sofre com o descaso e escassez de recursos, a cidade cresceu e não atende à demanda, a única forma de resolver o problema da educação é aumentando o número de creches e escolas. A saúde segue a mesma lógica, não há atendimento da demanda, por isto filas e demoras para exames, a única forma de solucionar é criando novas UBS em locais onde não há atendimento”.

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