Cidades
Homem é flagrado com carro furtado comprado por R$ 2 mil em Rio Preto
O carro havia sido furtado na Avenida Domingos Falavina, no Jardim Mugnaini, em setembro
Um homem foi abordado pela Polícia Militar enquanto dirigia um carro furtado na zona norte de Rio Preto, na tarde de quinta-feira (1º). O veículo, um Volkswagen Gol prata, havia sido levado de um motorista de 39 anos no dia 26 de setembro. O suspeito afirmou aos policiais que comprou o automóvel por cerca de R$ 2 mil, mas não apresentou documentos que comprovassem a negociação.
Segundo o boletim de ocorrência, a equipe policial recebeu informações do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) sobre um homem de camiseta preta em atitude suspeita nas dependências de um mercado na Avenida Aparecido Taboado. Funcionários e seguranças relataram que ele ficou nervoso ao perceber a presença da equipe de segurança e fugiu em um Gol prata.
A placa do automóvel foi repassada aos policiais, que consultaram os sistemas e identificaram que o veículo era produto de furto. Após buscas pela região, os agentes localizaram o carro na Avenida Antônio Marcos de Oliveira, no cruzamento com a Avenida Irvino Gervasoni, e abordaram o motorista.
Questionado sobre a procedência do veículo, o homem disse que havia adquirido o carro havia aproximadamente dois dias, de um desconhecido, por cerca de R$ 2 mil. Ele também afirmou que assumiria o pagamento das parcelas do financiamento e alegou não saber que o automóvel era furtado. Nenhum contrato, recibo ou comprovante de pagamento foi apresentado.
O carro havia sido furtado na Avenida Domingos Falavina, no Jardim Mugnaini. Conforme o relato da vítima à Polícia Civil, o motorista estacionou o veículo por volta das 11h do dia 26 de setembro para comprar cigarros em um estabelecimento comercial. Ao retornar, cerca de cinco minutos depois, percebeu que o automóvel havia sido levado. Ele informou ainda que câmeras de segurança nas proximidades poderiam ajudar a identificar os autores.
O veículo foi apreendido e encaminhado a um pátio. Embora o motorista tenha recebido voz de prisão durante a abordagem, a autoridade policial decidiu não formalizar o flagrante por receptação dolosa. Segundo o despacho, não havia elementos suficientes para comprovar que ele sabia da origem criminosa do carro.
O homem foi ouvido e liberado. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar as circunstâncias da negociação, identificar o suposto vendedor e apurar eventual responsabilidade dos envolvidos.
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