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Vítima fica com quase R$ 20 mil de prejuízo após cair em golpe

Problema poderia ser ainda maior, já que banco ainda estornou um valor de R$ 13,5 mil, transferidos da conta por criminosos

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Divulgação/Ilustrativa
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Um caso de estelionato chamou atenção no plantão policial de Rio Preto nesta quinta-feira (3). A vítima conseguiu receber de volta do banco um alto valor que havia sido retirado por criminosos, mas, compras realizadas no cartão de crédito, até o fechamento da apresentação da ocorrência na delegacia, não haviam sido bloqueadas e/ou estornadas. O prejuízo da rio-pretense é de R$ 18.197 mil.

A moradora da Vila Clementina, 50 anos, disse ao delegado que “no último dia 20 de julho recebeu uma mensagem SMS no celular supostamente da instituição bancária que possui conta. O texto dizia que uma suposta compra no valor de R$ 3.299,99 mil havia sido realizada com sucesso e que, em caso de dúvidas e para cancelamento era necessário entrar em contato com um telefone 0800…”.

A vítima ligou no referido número, no qual foi atendida por um homem que identificou-se como funcionário do banco e lhe pediu a senha do aplicativo. Na sequência, recebeu uma ligação de um telefone com DDD 011 de uma outra pessoa se dizendo colaborador da instituição bancária. Deste momento em diante, perdeu completamente o acesso ao app, pois acabou sendo bloqueado.

Imediatamente entrou em contato com banco (desta vez o verdadeiro) e o gerente informou a ela que “um desconhecido havia utilizado todo o limite do cartão de crédito dela”. Diante da gravidade da situação, foi pessoalmente a agência, onde recebeu a informação “que o golpista havia efetuado uma transferência de R$ 13,5 mil, que felizmente acabou estornada”.

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Ocorre que as compras realizadas indevidamente com o cartão de crédito, sendo uma de R$ 16.197 mil e outra de R$ 2 mil, a administradora relatou “que foram efetuadas com recurso de aproximação e que analisariam no prazo de dez dias”. Pouco tempo depois, no entanto, recebeu e-mail informando que “eles reconheciam as compras como sendo realizadas por ela mesma”.

A rio-pretense questionou novamente o banco e, após nova análise, obteve como resposta que “as compras foram feitas de forma segura”, mantendo então o prejuízo de R$ 18.197 mil. Ela afirmou veementemente que “estas movimentações são irregulares, bem como não as autorizou”.

O delegado de plantão determinou a confecção do boletim de ocorrência e o envio do material à delegacia correspondente a área dos fatos, que vai investigar. A mulher foi orientada quanto ao prazo de seis meses que tem direito a representar criminalmente (processar) contra os envolvidos, tempo este que passa a contar apenas quando eles forem identificados.

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