Um morador registrou, neste fim de semana, o descarte irregular de resíduos em uma área verde ao lado da rotatória do bairro Dignidade, em Rio Preto. As imagens foram encaminhadas à Secretaria de Serviços Gerais e mostram um caminhão despejando um material que aparenta ser concreto diretamente no local, sem qualquer tipo de controle ambiental.
O caso é considerado grave e será investigado pelo setor de fiscalização, que busca identificar a empresa responsável pelo veículo para aplicação de penalidades. Dependendo das condições e do risco ao meio ambiente, a prática pode ser enquadrada como crime ambiental.
Horas antes, no sábado (25/4), outro flagrante semelhante já havia sido registrado na cidade, desta vez por uma equipe da própria pasta. Servidores surpreenderam um motorista e um ajudante despejando uma substância espessa, com forte odor, semelhante a resíduos de esgoto, em uma área pública próxima à Fazendinha, espaço destinado ao armazenamento de resíduos verdes.
Ao serem abordados, os suspeitos se recusaram a informar a origem do material ou apresentar documentação. A Guarda Civil Municipal foi acionada, mas, antes da chegada da equipe, os envolvidos deixaram o local. A placa do caminhão foi anotada, e o caso também foi encaminhado para apuração.
O descarte irregular de resíduos é passível de multa, que pode chegar a R$ 8 mil, além de poder configurar crime ambiental, especialmente quando há risco de contaminação do solo e danos ao meio ambiente.
Abaixo, a nota da Secretaria de Serviços Gerais sobre o caso:
“A Secretaria de Serviços Gerais informa que vai apurar mais um flagrante de descarte irregular de resíduos em Rio Preto. O caso ocorreu em área verde ao lado da rotatória do bairro Dignidade, na manhã de sábado, 25 de abril, por volta das 10h15.
Em vídeo gravado por um munícipe e encaminhado à Secretaria, é possível observar o despejo irregular de material que estava na carroceria de um caminhão, aparentemente concreto.
O setor de fiscalização vai identificar a empresa responsável pelo veículo e notificá-la pela irregularidade.”