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Vereadores rejeitam convocação de secretária da Educação

Requerimento para levar Rosicler Quartieri à Câmara foi derrotado por 5 votos a 5; 11 vereadores estavam ausentes e sessão terminou novamente por falta de quórum

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Divulgação/TV Câmara
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A Câmara de Rio Preto rejeitou nesta terça-feira (22) um requerimento verbal do vereador João Paulo Rillo (PT) para convocar a secretária municipal de Educação, Rosicler Quartieri, a prestar esclarecimentos no Legislativo. A votação terminou empatada em cinco votos favoráveis e cinco contrários, mas a proposta não avançou.

O episódio ocorreu em uma sessão marcada novamente pela falta de quórum. Onze vereadores estavam ausentes, número superior ao total de parlamentares que efetivamente votaram o requerimento. Felipe Alcalá (PL) acompanhava a sessão de forma on-line, mas não pôde votar.

Rillo pretendia convocar Rosicler para explicar questões relacionadas ao fechamento de escolas da rede municipal e à implantação do modelo cívico-militar na Escola Municipal Professora Doutora Maria Dalva Silva Pagotto, na região da Redentora.

Votaram a favor da convocação Odélio Chaves (Podemos), Pedro Roberto (Republicanos), Renato Pupo (Avante), Alexandre Montenegro (PL) e João Paulo Rillo (PT). Foram contrários Klébinho Kizumba (PL), Paulo Pauléra (Progressistas), Alex de Carvalho (PSB), Bruno Marinho (PSB) e Jorge Menezes (PSD).

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Estavam ausentes Cabo Júlio Donizete (PSD), Márcia Caldas (PL), Rossini Diniz (MDB), Abner Tofanelli (PSB), Anderson Branco (PL), Bruno Moura (PL), Celso Peixão (MDB), Francisco Júnior (União Brasil), Professor Tadeu (União Brasil), Jean Dornelas (MDB) e Jonathan Santos (Republicanos).

Pouco depois da votação, a sessão acabou novamente encerrada por falta de quórum.

Escola cívico-militar

A convocação ocorreu um dia depois de a Prefeitura anunciar a implantação da primeira Escola Municipal Cívico-Militar de Rio Preto. O projeto foi apresentado pelo prefeito Fábio Candido (PL) na segunda-feira (21), durante visita às obras da Escola Municipal Professora Doutora Maria Dalva Silva Pagotto.

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A previsão é de que o novo modelo comece a funcionar no ano letivo de 2027. A unidade terá capacidade para aproximadamente 490 alunos, sendo 240 vagas para a Educação Infantil e 250 para o Ensino Fundamental I. A proposta prevê jornada estendida.

Segundo a Prefeitura, a escola continuará sendo pública, gratuita e integrante da rede municipal. A gestão pedagógica permanecerá sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação, enquanto o projeto prevê práticas associadas ao modelo cívico-militar, com ênfase em disciplina, organização, responsabilidade, cidadania e participação das famílias.

“Rio Preto vai ter sua primeira Escola Municipal Cívico-Militar. Uma escola pública, com professores da nossa Rede, mais tempo para as crianças dentro da escola e um modelo que valoriza disciplina, organização, responsabilidade, cidadania e participação das famílias”, afirmou o prefeito.

A unidade também deverá reunir atendimento da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I. De acordo com a administração municipal, a estrutura permitirá atender cerca de 40 bebês, além das demais crianças da Educação Infantil, e oferecer jornada estendida aos alunos do Fundamental I.

A secretária Rosicler Quartieri defendeu a proposta durante a apresentação da obra.

“Estamos unindo dois importantes atendimentos educacionais neste espaço. Além de ampliar a oferta de vagas para a Educação Infantil, a jornada estendida no Ensino Fundamental permitirá mais tempo para aprendizagem, convivência e desenvolvimento dos nossos alunos”, afirmou.

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