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Briga entre familiares acaba em ‘paulada’ e boletim de ocorrência em RP

Discussão seria pela guarda de crianças de 5 e 7 anos de idade

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Divulgação/Ilustrativa
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O plantão policial de Rio Preto registrou uma confusão familiar que resultou em agressões e ‘paulada’ nesta quarta-feira (21) no bairro João Paulo II. De acordo com informações do boletim de ocorrência, uma das vítimas recebeu golpe com um pedaço de madeira e precisou receber pontos no local do ferimento.

As vítimas (jovem de 19, dona de casa de 42 e pedreiro de 50 anos, filha, mãe e pai) relataram na delegacia que os agressores são a filha (ajudante, 23 anos) e o genro do casal (jardineiro, 32 anos). Os suspeitos são pais biológicos de duas crianças que ficam aos cuidados, sob guarda judicial, deles, que são avós.

O casal acusa os pais das crianças (menino de 5 e menina de 7 anos) de terem os retirado da casa deles há uma semana e foram informados de que não estavam sendo enviados para a escola. A intenção dos pais seria de mudar o local onde estudam. Os avós fizeram contato com o Conselho Tutelar, que os orientou a buscá-los.

Segundo os avós, durante o dia houve discussão e ameaças entre os envolvidos e as crianças estavam nesta quarta na casa de uma bisavó. À noite, estavam no bairro João Paulo II para buscar os menores, quando foram abordados na rua pelos pais, que estavam agressivos.

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De acordo com a queixa formalizada, o jardineiro desferiu um golpe com pedaço de madeira na cabeça do pedreiro, que precisou ser atendido por socorristas e recebeu cinco pontos na região. Já a mãe das crianças teria agarrado a avó, puxado os cabelos dela, deixando marcas de unhas no pescoço.

Nesse instante, a jovem de 19 anos tentou ajudar o pai e acabou recebendo uma mordida na mão por parte do jardineiro, além de ter ficado com um ‘galo’ e um pequeno corte na testa. Mas a garota, no entanto, não soube explicar exatamente o que aconteceu. O pedreiro e a jovem foram por meios próprios à UPA Jaguaré, onde receberam atendimento médico.

O delegado de plantão expediu requisição para exame de corpo de delito às vítimas, que devem ser realizados no Instituto Médico Legal (IML) de Rio Preto e instaurou inquérito policial, para que o caso seja apurado.

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