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Golpe do ‘parente que pede dinheiro no WhatsApp’ segue fazendo vítimas em RP

Mulheres não desconfiaram nem mesmo com nome da conta recebida sendo de estranhos e fizeram Pix para criminosos

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Divulgação/Ilustrativa
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O golpe ‘do parente que pede dinheiro pelo WhatsApp’ fez, ao menos, mais duas vítimas em Rio Preto nesta quinta-feira (22). O primeiro caso foi registrado no bairro Bela Vista e a vítima, de acordo com informações do boletim de ocorrência, é uma mulher de 55 anos. Ela contou na delegacia que “um desconhecido se passou pelo filho dela. Entrou em contato pelo aplicativo de mensagens [DDD 017] com uma foto clonada do filho”.

Sem desconfiar de nada, “seguiu a conversa e o envolvido a levou ao erro, fazendo com que enviasse via Pix o valor de R$ 996,54”. Mesmo a conta da chave enviada se referindo a uma pessoa desconhecida dela (nome diferente do filho), fez a transferência sem questionar.

Como em todos os casos desta natureza, somente depois de ser ludibriada conseguiu contato com o filho verdadeiro, quando ficou sabendo que ele não tinha sequer entrado em contato com ela.

Segunda vítima

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O segundo caso ocorreu no distrito de Engenheiro Schmitt. A vítima, uma confeiteira de 50 anos relatou que “recebeu mensagens pelo WhatsApp [número com DDD 017] por volta de 15h, com a foto da filha no aplicativo, que pediu um Pix de R$ 1.984 mil”. Mesmo com a beneficiária não sendo a filha, enviou os valores.

Depois disso, a golpista “pediu exatamente o mesmo valor que ainda tinha na conta, motivo pelo qual desconfiou e entrou em contato com o genro, que lhe informou prontamente que a filha dela não tinha aquele número de telefone celular e que nunca pediu dinheiro a ninguém”.

Por fim, mesmo após descobrir que havia caído em um golpe, “recebeu mensagem de outro número, com foto de uma instituição financeira, questionando se ela havia tentado realizar alguma operação. Desconfiada de mais tentativas de golpes, não respondeu”.

Nos dois casos as vítimas foram orientadas quanto ao prazo de seis meses que têm direito a processar os envolvidos. Este prazo só passa a contar quando os criminosos sejam devidamente identificados.

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As documentações foram encaminhadas para as respectivas delegacias correspondentes as áreas dos fatos, onde os casos serão investigados pela Polícia Civil.

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