Política
Moraes não reconhece vínculo trabalhista de motorista de aplicativo
Ação foi protocolada pela Cabify, que encerrou atividades em 2021
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu suspender a ação trabalhista que reconheceu vínculo de emprego entre um motorista de aplicativo e a plataforma Cabify, que encerrou as atividades no Brasil em 2021. A decisão foi assinada na quinta-feira (20) e divulgada nesta quarta-feira (26).
Moraes analisou uma ação protocolada pela empresa, que contestou entendimento da Justiça do Trabalho de Minas Gerais a favor da relação empregatícia entre a plataforma e o condutor. Conforme a decisão, o Cabify é uma empresa de transporte de passageiros, e não de intermediação do serviço.
Para o ministro, a decisão trabalhista não está de acordo com a jurisprudência da Corte, que tem precedentes reconhecendo a legalidade de formas de “uberização” do trabalho.
“É possível assentar que a posição reiterada da Corte se consolidou no sentido da permissão constitucional de formas alternativas da relação de emprego”, argumentou Moraes.
Em maio, o ministro suspendeu uma outra decisão da Justiça sobre o mesmo tema. O ministro entendeu que a relação entre o motorista e os aplicativos é comercial e se assemelha aos casos de transportadores autônomos. (Com informações da Agência Brasil)
-
Cidades2 diasDiscussão familiar termina com homem morto pelo cunhado em Rio Preto
-
Cidades2 dias“Dan Dan” é condenado a 32 anos por matar e esconder corpo em Rio Preto
-
Nacional15 horasJovem morre durante salto de rope jump; três são presos
-
Cidades1 diaMotoristas de app homenageiam Wilsiano com cortejo em Rio Preto
