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Pacientes com menos de 30 anos aderem ao botox como prevenção às rugas

Dermatologista afirma que a indicação da toxina botulínica deve ser feita com bom senso para que seja mantida a harmonia da face, sem descaracterizar o rosto do jovem paciente

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Temidas principalmente pelas mulheres, as rugas na testa e ao redor dos olhos são os principais sinais de idade avançada. Para amenizar os efeitos do tempo sobre o rosto, a toxina botulínica normalmente é utilizada em pacientes a partir dos 40 anos. Agora, a novidade é a aplicação de forma preventiva, em homens e mulheres com menos de 30 anos.

De acordo com a dermatologista Joana Tebar, alguns pacientes já têm uma predisposição genética para rugas em determinadas regiões. Nestes casos, recorrer à toxina botulínica é uma saída para evitar sinais mais profundos. “Os estudos e as aplicações do botox evoluíram muito nos últimos anos. Antes, se achava que, passado o seu efeito, as linhas de expressão voltariam. Mas atualmente os resultados são muito satisfatórios. Ele consegue educar a musculatura, para envelhecer com um ar mais leve”, afirma.

No entanto, a indicação da toxina deve ser feita com bom senso. Para que seja mantida a harmonia da face, sem descaracterizar o rosto do jovem paciente, a aplicação só deve acontecer em casos em que realmente há necessidade.

“A aplicação da toxina botulínica não é igual para todos, depende de avaliações individuais. Isso porque cada pessoa contrai a musculatura da face de uma maneira. Tanto que há pacientes que apresentam muitas rugas em um local, e poucas em outro”, afirma a dermatologista. Quem quiser evitar a intervenção antes dos 30 anos deve investir na precaução. Fazer uso de filtro solar todos os dias, assim como de cosméticos, ajuda a manter uma boa aparência da pele, sem as indesejadas linhas de expressão.

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