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Pinga-Fogo Gazeta de Rio Preto: confira como pensa cada candidato

A entrevista da série é com Marcão da Ema (Novo), candidato a deputado federal

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O jornal Gazeta de Rio Preto segue com a seção Pinga-Fogo, abrindo espaço para que os candidatos revelem como pensam sobre temas importantes para a cidade e o país.

A entrevista da série, desta vez, é com Marcão da Ema (Novo), candidato a deputado federal.

A matéria está publicada no portal da Gazeta de Rio Preto e nas redes sociais Facebook, Instagram e Threads.

Câmera no uniforme da polícia? Sim. Sou favorável às câmeras corporais, desde que sejam utilizadas com regras claras, segurança dos dados e respeito ao trabalho dos policiais. Elas podem proteger tanto o cidadão quanto o bom profissional da segurança pública.

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Voto impresso: contra ou a favor? A favor. Defendo um sistema eleitoral transparente, seguro e que permita a conferência dos votos, aumentando a confiança da população no resultado das eleições.

Redução da maioridade penal?⁠ Sim. Sou favorável à redução da maioridade penal, especialmente nos casos de crimes graves e violentos. Quem tem consciência para cometer um crime dessa natureza também precisa responder de forma proporcional por seus atos.

Anistia total para os condenados do 8 de janeiro? Defendo uma anistia parcial. É necessário analisar cada caso individualmente, diferenciando quem praticou atos de vandalismo ou violência de quem recebeu penas desproporcionais sem ter cometido crimes graves. Justiça não pode ser vingança.

É a favor da descriminalização do porte de maconha? Sim. Sou favorável à descriminalização do porte para uso pessoal, com critérios objetivos definidos em lei. O usuário não deve receber o mesmo tratamento dado ao traficante, enquanto as forças de segurança devem concentrar esforços no combate ao tráfico e ao crime organizado.

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Fim da reeleição de políticos? Sou favorável ao fim da política como profissão. Defendo o limite de dois mandatos por pessoa. Também acredito que quem deseja permanecer na vida pública por mais tempo deveria disputar eleições sem utilizar dinheiro do fundo eleitoral.

Revitalização da Avenida Murchid Homsi? Sim. A Avenida Murchid Homsi precisa de revitalização, planejamento e manutenção adequada, com atenção à mobilidade, à segurança, à iluminação e à valorização do comércio e dos bairros da região.

Smart City? Concordo plenamente. Rio Preto deve utilizar tecnologia para melhorar o trânsito, a segurança, a iluminação, a saúde e os serviços públicos. Uma cidade inteligente não é aquela que apenas compra tecnologia, mas aquela que a utiliza para facilitar a vida das pessoas e reduzir desperdícios.

Colégio cívico-militar? Sim. Sou favorável ao modelo cívico-militar como opção para as famílias e para a comunidade escolar, valorizando disciplina, respeito, organização e qualidade no ensino.

Educação em período integral? Sim. A educação em período integral pode ampliar o aprendizado e oferecer atividades esportivas, culturais e profissionalizantes. Porém, precisa ser implantada com estrutura adequada, bons profissionais e respeito à realidade de cada família.

Algo de que se orgulha de ter feito na vida política?

Tenho orgulho de ter apoiado a greve dos caminhoneiros e de já ter colocado meu nome à disposição da população em três eleições sem utilizar dinheiro público. Sempre procurei partidos que não estivessem envolvidos em desvios de recursos e que não abrigassem pessoas condenadas por corrupção. Quero fazer política com independência, trabalho e honestidade.

Algo importante que político local ainda não fez por Rio Preto?

Rio Preto ainda precisa avançar muito na criação e manutenção de espaços públicos de lazer e esporte, além da instalação de banheiros públicos adequados no entorno dos lagos e nas principais avenidas. Também precisamos de leis que ofereçam aos prefeitos instrumentos para enfrentar, com firmeza e humanidade, a situação das pessoas em condição de rua, garantindo acolhimento, tratamento, capacitação e reinserção social.

Quais suas principais bandeiras, caso eleito?

Minhas principais bandeiras são simples e objetivas: falar a verdade, não roubar e fazer o óbvio. Isso significa combater a corrupção, fiscalizar o dinheiro público, reduzir desperdícios e burocracias, defender quem trabalha e garantir que os serviços básicos realmente funcionem. O cidadão não precisa de promessas mirabolantes; precisa de honestidade, coragem e resultado.

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