Cidades
Polícia Civil fecha estúdio de tatuagem usado como ponto de tráfico em Rio Preto
Segundo a Polícia Civil, o local era usado de “fachada” para o tráfico e o armazenamento de drogas no centro de Rio Preto
A Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), da Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic) do Deinter-5, desarticulou, na última quarta-feira (12/8), um ponto de armazenamento e distribuição de drogas que funcionava na região central de Rio Preto.
A investigação identificou um imóvel utilizado como estúdio de tatuagem. De acordo com as apurações, o local era usado como fachada para a comercialização de entorpecentes e também servia como entreposto para armazenamento e distribuição das drogas.
Com base nas informações obtidas durante o trabalho de inteligência, a autoridade policial representou pela expedição de um mandado de busca e apreensão, que foi posteriormente autorizado pelo Poder Judiciário. Nesta quarta, equipes da Dise, acompanhadas pelo delegado responsável pela investigação, cumpriram a ordem judicial no imóvel. Durante as buscas, os policiais encontraram uma quantidade significativa de entorpecentes, além de uma arma de fogo, munições e materiais utilizados no preparo e acondicionamento das drogas.
Foram apreendidas três porções pequenas e uma porção grande de cocaína, um tijolo da mesma droga, sete porções de maconha, uma porção de haxixe e cinco embalagens a vácuo contendo cogumelos. Também foram localizadas duas balanças de precisão, um revólver calibre .32, 34 munições de diversos calibres, um aparelho celular e diversas embalagens destinadas ao acondicionamento das porções de drogas.
O investigado foi conduzido à unidade policial, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse de arma de fogo. Após os procedimentos, ele permaneceu preso e à disposição da Justiça.
A Dise informou que seguirá intensificando as ações para identificar e desarticular pontos utilizados para armazenamento e distribuição de drogas, especialmente aqueles que utilizam estabelecimentos comerciais ou outras atividades como fachada para a prática criminosa.
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