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Rio Preto lança Plano Diretor para Cidade Inteligente

Plano propõe a adoção de novas tecnologias e uma metodologia para auxiliar na gestão dos indicadores estratégicos e de monitoramento

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Ivan Feitosa/Pref. Rio Preto
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O prefeito Edinho Araújo (MDB) assinou, nesta sexta-feira (3), o decreto que cria o Plano Diretor de Tecnologias para Cidades Inteligentes, denominado “Rio Preto, Cidade Inteligente, Resiliente e Humana”. O PDTCI, que está previsto no Plano Diretor lançado em 2021, foi debatido durante dois anos por técnicos do Parque Tecnológico, secretarias municipais, autarquias e instituições da sociedade civil.

Em linhas gerais, o Plano propõe a adoção de novas tecnologias e uma metodologia para auxiliar na gestão dos indicadores estratégicos e de monitoramento, facilitando a colaboração entre as secretarias municipais, empresas públicas e autarquias, simplificando, desburocratizando e dando mais visibilidade à administração.

Um dos programas incluídos no PDTCI de Rio Preto prevê a implantação de um sistema de soluções nas áreas da segurança pública e mobilidade urbana, com a utilização de tecnologias avançadas para vigilância de ruas e avenidas e controle centralizado dos semáforos, para aumentar a segurança e melhorar o fluxo de veículos.

O prefeito Edinho Araújo destacou a participação efetiva das secretarias, autarquias, universidades e sociedade civil na elaboração do Plano e ressaltou que o compromisso que a cidade assume para o uso da tecnologia e da inovação para melhorar a vida dos moradores em todas as áreas.

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Para Orlando Bolçone (União Brasil), secretário de Planejamento e vice-prefeito, o PDTCI representa “um grande avanço para a gestão municipal, para melhorar a qualidade de vida da população, aumentar muito a eficiência na prestação dos serviços públicos e a sustentabilidade. É um modelo construído com critério, com um olhar estratégico para todas as áreas”.

O vice-presidente do Conselho Gestor do Parque Tecnológico, Gilberto Mariano, um dos coordenadores do PDTCI, explica que o Plano tem o objetivo de transformar a prestação dos serviços públicos, aumentar a interação entre poder público e comunidade e estimular a gestão consciente dos recursos naturais e orçamentários.

“Para ser reconhecida como uma cidade inteligente, não basta ser inteligente, precisa demonstrar, e para isso, propomos a adoção de uma metodologia e de indicadores de gestão para acompanhamento da evolução do município conforme prevê as normas ISO relacionadas a Cidades Inteligentes”, afirma.

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