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Confira os bastidores da política desta sexta-feira, dia 25 de setembro

Jornalista Bia Menegildo traz as principais notícias do poder regional

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Contagem regressiva

Faltando menos de dez dias para as eleições, os candidatos a deputado federal e estadual já começam a correr contra o tempo e intensificar o corpo-a-corpo. Tudo leva a crer que neste sábado (27), o penúltimo em que os candidatos poderão fazer campanha livremente, o Calçadão deve virar, mais uma vez, o ponto de encontro de todas as tribos. Além da região central, as feiras livres também devem ficar bastante movimentadas.

Esquenta

As agendas dos candidatos incluem, além das visitas a espaços públicos, carreatas com apoiadores e visitas a entidades. O que não falta nos grupos de WhatsApp são divulgações em massa destes tipos de eventos. São vídeos, áudios, fotos e até figurinhas usados em divulgações. De acordo com a Legislação Eleitoral, todo o material gráfico de campanha deve ser distribuído antes do dia 4 de outubro.

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Sem esperança

Nesta quinta-feira (24), em entrevista ao Podcast da Revista Perfil Business, o candidato a deputado estadual Danilo Campetti (Republicanos) afirmou que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) não devem visitar Rio Preto durante a campanha eleitoral. Segundo Campetti, sempre foi cogitado uma visita de campanha à cidade, mas “o tempo foi curto”.

Alguma esperança

Otimista, Campetti ainda emendou que Tarcísio vai ser reeleito em primeiro turno e que depois, para o segundo turno, vai acompanhar Flávio Bolsonaro em agenda. “Nós temos a expectativa de trazer ambos para Rio Preto. No entanto, desta vez se tornou impossível. É pouco tempo e muito corrido. Vamos nos unir e fazer um esforço em conjunto para talvez trazer o Flávio antes do segundo turno”, declarou o candidato.

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Afinados

Campetti adotou o mesmo discurso de Ricardo Salles (Novo), candidato ao Senado. Questionados sobre qual foi o maior erro do governo de Jair Bolsonaro (PL), ambos responderam que foi a comunicação. Campetti esclareceu ainda que as falas do então presidente foram tiradas de contexto e não houve esforços em dar explicações. Outro ponto em comum foi sobre os acertos de Lula (PT) no governo: “não teve”, disseram.

Escorregou

Outro ponto de destaque na entrevista de Campetti, que pode ser conferida no canal da Revista Perfil Business no YouTube, foi a resposta do ex-deputado à pergunta sobre a disputa a prefeito, em 2028. Cotado como uma das lideranças mais jovens com chances de concorrer nas próximas eleições municipais, Campetti se limitou a dizer que está focado nas eleições de outubro e que depois pensa em 2028.

Dobradinha

Junto de Campetti estava Tomé Abduch (Republicanos), candidato a deputado federal. A dobradinha dos direitistas e apoiadores de Tarcísio é uma extensão dos contatos que o rio-pretense fez enquanto ocupou uma cadeira na Alesp. Abduch, no entanto, agora busca mudar de ares. Obviamente o discurso de ambos foi bastante semelhante e Abduch também defendeu que não houve acertos no governo Lula (PT).

Quase todo mundo

No último sábado (19), o Calçadão se tornou palco das campanhas de Motta (PL) e Valdomiro Lopes (PSB). Os dois disputam a reeleição para os cargos de deputado federal e estadual, respectivamente. Ao lado deles, junto dos apoiadores, foi possível ver o vice-prefeito Fábio Marcondes (PL) e alguns vereadores. Claro que foram sentidas ausências, mas os parlamentares mais alinhados a Marcondes estavam presentes.

Passadinha

Quem esteve em Rio Preto e também deu aquela passadinha pelo Calçadão foram os candidatos do PCB. O presidenciável Edmilson Costa e o candidato a governador Carlos Machado estiveram na cidade na semana passada e cumpriram uma série de compromissos de campanha. O candidato a senador pelo partido, Petter Maahs, que acompanhou a agenda, também aproveitou para conversar com eleitores.

Companheirada

Para fechar a visita, os três candidatos participaram de um evento com apoiadores no Clube do Lago. Por lá, o discurso comunista foi aplaudido. Nas propostas de campanha de Edmilson Costa estão a extinção do Senado, a estatização de bancos, a reestatização de empresas e reforma agrária. Já Carlos Machado falou sobre eleições para cargos na Educação e criticou a polarização política, fomentada pelos candidatos, segundo ele.

Ressurgiu

Se em ano eleitoral vale tudo para aparecer, nada como uma ajudinha do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), claro que Rillo não perdeu a oportunidade de. Durante o final da semana passada e o início desta semana, a CPI do Sítio ressurgiu na Câmara com um novo requerimento apresentado por João Paulo Rillo (PT). O pedido, inicialmente apresentado por Pedro Roberto (Republicanos), mais uma vez não vingou.

Igual, mas diferente

Diferentemente do primeiro pedido de Pedro Roberto, que queria investigar os bens imóveis adquiridos pelo prefeito Fábio Candido (PL) e pelo irmão, incluindo uma casa em um condomínio de luxo com valor declarado de compra de R$ 500 mil, o pedido de Rillo focou somente na transação do sítio. Só para lembrar, o valor declarado pelo terreno foi de R$ 200 mil, mas familiares do antigo proprietário dizem que receberam R$ 600 mil.

Teve mais uma

A CPI do Sítio não veio sozinha. E também não foi arquivada sozinha. Alexandre Montenegro (PL) também tentou garantir uma investigação na Secretaria de Esportes, mas não conseguiu. Segundo o vereador, existe uma denúncia de “rachadinha” dentro da pasta envolvendo o auxílio-atleta. Montenegro apresentou áudios atribuídos a funcionários da pasta solicitando a devolução de R$ 500 do benefício a um atleta.

Festa

Também na semana passada, o prefeito levou alguns vereadores da base para visitar o prédio de uma futura escola, no bairro Redentora. A proposta é que o local seja uma unidade mista, com período integral para creche e escola de ensino fundamento no modelo cívico-militar. O encontro serviu para que todos afinassem os discursos, uma vez que é esperada uma chuva de críticas num futuro não muito distante.

Não foi

O ex-secretário de Saúde, Rubem Bottas, foi reconvocado pela CPI da Saúde e não apareceu. Mais uma vez ele entregou uma decisão judicial que garantiu que não prestasse esclarecimentos. Segundo a Justiça, desta vez, a presença de Bottas no depoimento era facultativa. Em ofício encaminhado à Justiça, Renato Pupo (Avante), presidente da CPI, informou que Bottas passou de testemunha para investigado.

Se virou

Uma semana depois que os vereadores derrubaram o projeto que tentou remanejar R$ 35 milhões do orçamento, sendo R$ 32 milhões da Saúde, para coleta do lixo, o prefeito resolveu sozinho o problema e transferiu, por meio de decreto, R$ 15 milhões. As verbas saíram das pastas de Planejamento, Obras, Educação, Meio Ambiente, Administração e Segurança Pública. “Não foram utilizadas até o momento”, justificou a Prefeitura.

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