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Região de Rio Preto tem crescimento superior a 1.100% em janeiro na liberação de crédito

Desembolso da Desenvolve SP para empresas e prefeituras superou os R$ 2,6 milhões no primeiro mês de 2023

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A liberação de crédito a municípios e empresas da região administrativa de Rio Preto cresceu 1.162,5% em janeiro de 2023 na comparação com o mesmo mês de 2019 (antes da Covid 19), segundo dados da Fundação Seade. O valor de empréstimos contraídos junto à agência Desenvolve SP passou de R$ 189,4 mil para pouco mais de R$ 2,6 milhões, em quatro anos.

Em relação aos primeiros 31 dias de 2022, quando o total de desembolsos da agência na região chegou a R$ 2,3 milhões, o aumento foi de 13%. Estes números são justificados pela necessidade das prefeituras e empreendedores obterem fluxo de caixa para capital de giro ou investimentos durante a pandemia. No ano passado, a região teve liberação de crédito na casa dos R$ 19,5 milhões.

O estudo da Fundação Seade identificou as potencialidades, desafios e oportunidades das 16 Regiões Administrativas (RAs) do estado. Para realizar a análise dos setores estratégicos foram considerados indicadores importantes ligados à competitividade regional (geração de empregos), porte das empresas locais (por empregados), dinamismo (faturamento das empresas), além de índices de desenvolvimento humano, como riqueza, longevidade e escolaridade das regiões, entre outros. Anúncios de investimentos produtivos divulgados na imprensa também fizeram parte do estudo e ajudaram a apontar tendências setoriais e regionais da economia paulista.

Micro e pequenas empresas

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Segundo a Desenvolve SP, 2022 fechou com um desembolso acumulado em R$ 735,7 milhões, para um total de 1.758 operações em todo o Estado, com isso, permitiu o apoio a 68.500 empregos de 2020 a 2022. Entre os tipos de financiamentos concedidos, 61,3% foram para a modalidade de capital de giro, linha mais procurada pelos empreendedores. A linha Crédito Digital Giro Micro e Pequena (CDM) registrou o maior volume, com R$ 170,9 milhões em desembolsos. Outros 33,8% restantes foram para projetos de investimento e 4,9% para máquinas e equipamentos.

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