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Quaest mostra Lula com 37% e Flávio Bolsonaro com 33% no 1º turno

Pesquisa aponta empate dentro da margem de erro entre os dois no primeiro turno

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A nova pesquisa Quaest de intenção de voto para a Presidência da República mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL) com 33% no cenário de primeiro turno. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois aparecem em situação de empate.

O levantamento foi realizado entre quinta-feira (17) e domingo (20), com 2.004 eleitores de 120 cidades brasileiras. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A série integra a quarta rodada nacional da Quaest para a eleição presidencial de 2026.

Na rodada anterior, Lula tinha 36% e Flávio Bolsonaro, 29%. Na pesquisa atual, o petista oscilou um ponto para cima, enquanto o candidato do PL avançou quatro pontos percentuais.

O levantamento também testou outros nomes no primeiro turno. Augusto Cury (Avante) aparece com 6%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, e Renan Santos (Missão), com 3%. Romeu Zema (Novo) tem 1%.

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Pela margem de erro, Augusto Cury, Ronaldo Caiado e Renan Santos ficam dentro de uma faixa de sobreposição. O mesmo ocorre com Zema em relação aos candidatos que aparecem imediatamente acima dele.

Entre os entrevistados, 8% ainda não sabem em quem votar. Outros 7% afirmam que pretendem votar em branco ou nulo ou não comparecer às urnas.

Samara Martins (Unidade Popular) aparece com 1%. Clariana Barão (Democracia Cristã), Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Hertz Dias (PSTU) e Leonardo Avalanche (PRTB) não pontuaram no levantamento.

Metodologia

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A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 120 municípios brasileiros entre os dias 17 e 20 de setembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A Quaest informa que, para as pesquisas presidenciais de 2026, passou a considerar também a dimensão política na composição da amostra. O instituto afirma que utiliza um mapeamento das preferências eleitorais observadas nos últimos oito anos para selecionar municípios e setores censitários, buscando representar diferentes segmentos políticos do eleitorado.

Os resultados representam o cenário no período em que as entrevistas foram realizadas e não constituem previsão do resultado da eleição.

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