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Suspeito é preso com mais de R$ 5 mil e drogas na Boa Vista

Motorista de veículo acelerou ao ver a presença de uma viatura do Baep, mas acabou abordado em um posto de combustíveis

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Divulgação/Ilustrativa

Um rapaz de 25 anos foi preso na Boa Vista, em Rio Preto nesta quarta-feira (14) com mais de R$ 5 mil em dinheiro e drogas. De acordo com informações do boletim de ocorrência, ele foi abordado por volta de 19h40 em um posto de combustíveis e confessou que vendia entorpecentes.

Agentes do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) declararam na Central de Flagrantes que realizavam patrulhamento pelas imediações, quando o motorista de um veículo Gol ao ver a viatura acelerou em fuga, entrando, por fim, em um posto de combustíveis e parando o automóvel.

Além do condutor, havia uma jovem junto, 22 anos, namorada do suspeito. Eles foram separados. Na revista pessoal, com o rapaz encontraram R$ 302 em notas diversas e três porções de maconha. No veículo não havia nada de ilegal, assim como na bolsa de mão da namorada. Ela afirmou “que sabia que ele fumava maconha, mas não tinha ideia que carregava entorpecente naquele momento”.

Informados pelo motorista do endereço onde mora, na Boa Vista, e que tinha mais drogas no local, a equipe se dirigiu até a residência, onde foram encontrados em um móvel da sala um tijolo de maconha, além de duas porções menores, balança de precisão e, em uma sacola, mais R$ 5.643 mil em dinheiro. Com isso, recebeu voz de prisão e foi apresentado no plantão, junto com a namorada e todo o material apreendido.

Como o carro não apresentava nenhuma restrição ou irregularidade, foi entregue para uma pessoa indicada pelo rapaz, devidamente habilitada. Os entorpecentes retornaram da análise científica com resultado positivo para ‘maconha’. O delegado de plantão confirmou a situação flagrancial e a voz de prisão dada pelos PMs (válida por no máximo 24 horas) e já a converteu em preventiva (até 90 dias), sem direito à fiança.

Na Central, o suspeito afirmou que “a namorada não sabia de nada sobre as drogas ou mesmo o tráfico que realizava”. Qualificada apenas como ‘testemunha’, ela foi liberada após prestar depoimento. Sobre o gol, a autoridade policial determinou que não havia indícios suficientes de que era utilizado para o tráfico. Foi instaurado inquérito para melhor apuração dos fatos, tendo o envolvido permanecido encarcerado e à disposição da Justiça.

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