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Rio Preto e região registram auxílio-aluguel para 473 vítimas de violência

Beneficiárias receberam R$ 236,5 mil em agosto; programa estadual já atendeu mais de 9,9 mil mulheres desde fevereiro de 2025

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GovSP
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A Região Administrativa de Rio Preto registrou, em agosto, a concessão do Auxílio-Aluguel para 473 mulheres vítimas de violência doméstica que estavam inscritas no programa até julho. O benefício representou um investimento de R$ 236,5 mil na região.

Em todo o Estado de São Paulo, mais de R$ 2,9 milhões foram destinados a 5,8 mil mulheres no período. Desde o lançamento do programa, em fevereiro de 2025, mais de 9,9 mil mulheres já foram atendidas, com investimento superior a R$ 29,9 milhões em todo o estado.

Os dados foram consolidados pela Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (SEDS). A política pública já alcançou 593 municípios paulistas, demonstrando a abrangência da iniciativa e a importância da rede municipal de assistência social no acesso das beneficiárias ao programa.

Criado pelo Governo do Estado de São Paulo, o Auxílio-Aluguel garante R$ 500 mensais durante seis meses, com possibilidade de renovação por mais seis meses. A proposta é oferecer condições para que mulheres em situação de vulnerabilidade consigam deixar relações violentas com maior segurança e dignidade.

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“Romper o ciclo da violência doméstica exige mais do que coragem, é necessário apoio real e condições concretas para um recomeço seguro. O Auxílio-Aluguel, além de um importante suporte financeiro, é uma ferramenta de autonomia e dignidade para que essas mulheres possam reescrever suas histórias longe do medo”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza Rosalém.

Quem pode receber

O benefício pode ser solicitado por mulheres que tenham medida protetiva expedida pela Justiça, residam no Estado de São Paulo, estejam em situação de vulnerabilidade e tenham renda de até dois salários mínimos no momento da separação.

O cadastramento é realizado pela rede municipal de assistência social dos municípios participantes. Depois da análise e aprovação, o pagamento é disponibilizado diretamente às beneficiárias por meio de Poupança Social no Banco do Brasil.

Além do auxílio financeiro, o programa também articula outras políticas públicas municipais, com o objetivo de ampliar o acesso das mulheres atendidas a serviços de proteção social, orientação e acompanhamento.

Onde buscar atendimento

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Assistência Social: CRAS (Centros de Referência da Assistência Social), CREAS (Centros de Referência Especializados de Assistência Social) e Centros de Referência de Atendimento à Mulher.

Saúde: UBS (Unidade Básica de Saúde), pronto-socorro e hospitais.

Segurança Pública: DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), distrito policial, batalhão da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

Sistema de Justiça: Ministério Público, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil.

Canais de orientação e denúncia: Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) e 190, em casos de emergência.

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