Cidades
Trio é detido com cocaína e crack no Solo Sagrado
Apenas um deles, no entanto, permaneceu preso, de acordo com o boletim de ocorrência
Três pessoas foram detidas com drogas no Solo Sagrado nesta segunda-feira (20), mas apenas uma delas permaneceu presa. Dois envolvidos foram qualificados como ‘investigados’ e inquérito policial foi instaurado. De acordo com informações do boletim de ocorrência, era por volta de 18h, quando policiais militares realizavam patrulhamento pelo bairro e notaram uma mulher em frente do portão de uma residência. Ao perceber a viatura, ela correu para a varanda, dispensou uma caixinha de cigarro e gritou para duas pessoas que estariam dentro da residência.
Dois homens tentaram fugir pelos fundos, mas foram abordados e detidos. Um deles, de 44 anos, carregava um maço de cigarro com 13 porções de crack e R$ 1,4 mil em dinheiro. Ele afirmou que “estava apenas fazendo uma mudança para a mulher”. O outro, de 38 anos, tinha no bolso da bermuda 13 porções de cocaína e um celular. Ele indicou em um cômodo nos fundos da casa, onde havia mais R$ 215 e uma porção a granel de cocaína.
Interrogado, relatou que “estava vendendo cocaína no local, que o dinheiro era lucro da venda e que estava ficando uns dias por ali, mas que não é a residência dele”. Revistada por policial feminina, a mulher não carregava nada com ela, mas foram encontradas outras 13 porções de crack, um celular e o cigarro que havia dispensado quando viu os policiais. No momento da abordagem chegou a confessar que traficava drogas, mas depois, na delegacia mudou a versão.
O trio recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Central de Flagrantes. No local, o delegado de plantão confirmou a voz de prisão do homem de 38 anos, que foi encaminhado para a carceragem da Deic de Rio Preto. Sem direito à fiança, ele permanenece preso e à disposição da Justiça.
Todo o material foi todo apreendido, lacrado e apresentado junto com a ocorrência. Os outros dois envolvidos, segundo a autoridade policial, “não se tem, com a necessária certeza, se estavam realmente comercializando as substâncias, ou se são apenas usuários delas, considerando, inclusive, a quantidade dos entorpecentes a eles imputados. Assim, para evitar uma decisão precipitada, a conduta deles deve ser alvo de maior e mais detida apuração, que propiciará, se o caso, uma posterior responsabilização criminal”.
Após os procedimentos de praxe e prestarem depoimento, eles foram liberados.
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