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Operação Lesa Pátria registra prisão de empresária em Rio Preto

Polícia Federal deteve a suspeita na manhã desta sexta-feira

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Reprodução/Redes Sociais
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A empresária rio-pretense Kátia Graceli foi presa na manhã desta sexta-feira (17) no Jardim Maracanã. A acusação é de ser uma das financiadoras dos atos golpistas no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal, em 8 de janeiro deste ano. O mandado de prisão dela foi expedido pelo Superior Tribunal Federal (STF).

Responsável por produções artísticas, a suspeita foi detida como parte da oitava fase da ‘Operação Lesa Pátria’, que tem como objetivo identificar pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os atos golpistas que destruíram parte do STF e de obras artísticas de riqueza histórica, além de patrimônio público.

Kátia Graceli viralizou em todo o país após publicar vídeos nas redes sociais no acampamento bolsonarista em Brasília agradecendo ‘patrocinadores’ que ajudaram a ida dela até a Capital Federal. Policiais federais estão cumprindo 46 mandados de busca e apreensão e 32 mandados de prisão preventiva nos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, São Paulo e no Distrito Federal.

A empresária rio-pretense, na rede social Twitter, Kátia se descreve como “conservadora de Direita, cristã e apoiadora do agora ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)”.

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Antes de se dedicar a produção de pitaya, Graceli, por mais de 20 anos, foi uma das mais atuantes produtoras culturais de Rio Preto, tendo sido responsável pela maioria dos espetáculos teatrais de Rio Preto.

Os fatos investigados constituem, em tese, crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

Denúncia

Quem tiver informações sobre participantes, financiadores ou qualquer pessoa que tenha fomentado de alguma forma os fatos ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília (DF), a Polícia Federal pede que envie para o e-mail denuncia8janeiro@pf.gov.br.

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