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Homem segue ‘orientações’ de criminoso e tem quase R$ 50 mil retirados da conta

Vítima disse na delegacia que acreditou estar realmente conversando ao telefone com funcionários do banco

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Divulgação/Ilustrativa
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Depois de uma moradora do Parque Estoril ter quase R$ 30 mil de prejuízo após cair em um golpe na última quarta-feira (4), pois acreditava conversar ao telefone com funcionários de um banco (veja detalhes aqui), no dia seguinte golpistas fizeram nova vítima na cidade. Desta vez no entanto, a perda financeira quase dobrou, passando dos R$ 46 mil. Os casos são semelhantes, mas o primeiro deles (ao menos pelas informações da Polícia Civil) aparenta ter sido mais bem elaborado pelos criminosos.

No crime desta quinta, de acordo com informações do registro policial, o morador do Parque Industrial, 69 anos, relatou ao delegado que “recebeu uma ligação telefônica [número com DDD 017] na qual a pessoa se apresentou como funcionária do banco em ele é correntista. O suposto colaborador informou à vítima que a conta dela teria sido hackeada, por isso não deveria desligar o telefone enquanto tentavam bloquear as tentativas de movimentação indevida”.

O rio-pretense seguiu o depoimento contando que “ficou na ligação por cerca de uma hora, foi orientado a baixar um aplicativo, que supostamente seria da própria instituição financeira, para que a conta dele fosse bloqueada. Sem desconfiar de nada, seguiu todos os passos indicados pelo estelionatário. Após desligar o telefone se deslocou até uma agência e descobriu que foi feita uma transferência via TED no valor de R$ 14,2 mil e mais um empréstimo de R$ 32 mil, totalizando prejuízo de R$ 46,2 mil”.

Ele foi orientado a formalizar a queixa na delegacia, onde recebeu informação de que deve entregar uma cópia do referido documento à agência onde é cliente para tentar o ressarcimento do valor.

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Além disso, o homem acabou cientificado de que possui seis meses para abrir processo criminal contra os envolvidos. O prazo só passa a contar quando – e se – os criminosos forem identificados. A Polícia Civil vai investigar o caso.

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