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Vereador aciona a Justiça para garantir CPI das Terceirizadas

Rillo quer que sejam consideradas as assinaturas de Diego Mahfouz (MDB), Jean Dornelas (MDB) e Francisco Júnior (União Brasil)

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Divulgação/TV Câmara
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O vereador João Paulo Rillo (PSOL) protocolou um mandado de segurança para garantir a instalação da CPI das Terceirizadas na Câmara de Rio Preto. A análise do pedido será feita pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública, Marcelo Andreotti.

Segundo o parlamentar, a investigação pretende mirar em atrasos e falta de pagamentos de salários aos trabalhadores e até a contratação de pessoal que não teria capacidade técnica adequada para a realização do serviço, de acordo com o que é exigido em contratos com a Prefeitura. Diversas secretarias estariam na mira da CPI.

O requerimento para a abertura da comissão parlamentar de investigação foi apresentado na Câmara em setembro do ano passado. Desde então, além do próprio Rillo, os vereadores Renato Pupo (PSDB), Pedro Roberto (Republicanos), Jorge Menezes (PSD) e Robson Ricci (Republicanos) assinaram o documento. A sexta assinatura necessária para a instauração da investigação seria do então vereador Diego Mahfouz (MDB), porém o documento foi desconsiderado pelo presidente da Câmara, Paulo Pauléra (Progressistas), a partir de um pedido de Jean Charles (MDB).

Além do pedido para reconsiderar a assinatura de Diego Mahfouz, Rillo ainda pede que sejam reconsideradas as assinaturas dos vereadores Jean Dornelas (MDB) e de Francisco Júnior (União Brasil). Ambos argumentaram que foram falhas dos gabinetes.

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Funcionário fantasma

O secretário de Serviços Gerais, Ulisses Ramalho, pediu a exoneração de um suposto funcionário fantasma na pasta. A partir de uma denúncia anônima, as diligências de Rillo, para encontrar o trabalhador comissionado viraram caso de polícia.

Um boletim de ocorrência foi registrado junto à Polícia Militar por obstrução do trabalho parlamentar depois que Rillo foi duas vezes até a sede da Secretaria e foi impedido de averiguar o ponto de frequência do trabalhador.

Rillo protocolou um requerimento na Câmara solicitando à Prefeitura que preste informações sobre o funcionário. O vereador quer saber desde quando o homem não comparece ao trabalho.

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