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Faxineira é presa com R$7,5 mil em notas falsas

A apreensão foi feita na manhã desta quarta-feira, dia 14, no bairro Boa Vista, em Rio Preto. Além do dinheiro, policais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) também apreenderam semijoais

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Uma faxineira foi presa em flagrante após receber R$7,5 mil em notas falsas. A apreensão, feita pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) aconteceu na manhã desta quarta-feira, dia 14, no bairro Boa Vista, em Rio Preto. Serviço de Inteligência da Polícia Civil já monitorava a suspeita há duas semanas.

O delegado da DIG, Alceu Lima Júnior, dá detalhes de como aconteceu a prisão da suspeita. “Nossa equipe de investigação, junto com o setor de Inteligência, da delegacia já estava monitorando esta mulher. Na data de hoje, após varas campanas, conseguimos localiza-la recebendo este dinheiro. Ela foi flagrada em posse de 150 notas de R$50, o que totalizam R$7,5 mil”, afirma.

A origem do dinheiro, segundo o delegado da DIG, é procedente de outro estado. “Temos informação que estas notas vieram todas do Paraná. Até o momento, sabemos que existem quatro pessoas ligada a esta quadrilha e uma delas está naquele estado. A mulher detida ela é de Santos e descobrimos que o marido dela está preso em Rio Preto. Mas ainda não descobrimos se é no Centro de Detenção Provisória ou no Centro de Progressão Penitenciária”, diz.

Agora a Polícia Civil tenta identificar qual seria o destino do dinheiro falso. “Ela fala que é um desconhecido fez o envio das cédulas falsas para que ela repassasse a um terceiro, mas não forneceu mais detalhes. Ainda estamos apurando qual seria o destino do dinheiro e se esta foi a primeira remessa que ela recebeu”, conta Alceu.

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Outro fato que chamou atenção dos investigadores foi as semijoias apreendidas na casa da faxineira. A Polícia Civil irá investigar se aquelas peças apreendidas estão ligadas ao assalto a uma joalheria na área central de Rio Preto, que aconteceu em agosto do ano passado, que resultou na morte de um adolescente de 17 anos e deixou dois guardas civis municipais gravemente feridos.

“Queremos descobrir a origem destas semijoias, principalmente pelo fato dela ser proveniente da cidade de Santos. Estranhamos uma pessoa, ser daquela cidade litorânea, e estar residindo em Rio Preto há dois anos em posse de semijoias, sem ter condições financeiras para tanto” afirma.

Membros da quadrilha que participou do assalto a joalheira em Rio Preto foram presas na baixada santista.

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