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Mulheres são flagradas com celulares nas partes íntimas em presídios de Rio Preto

Uma delas foi presa por tráfico após também ser encontrada com 106 gramas de maconha; outra responderá em liberdade por entrada ilegal de aparelho

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GovSP
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Duas mulheres foram impedidas de entrar com aparelhos celulares escondidos nas partes íntimas durante visitas a companheiros que estão presos em unidades do sistema penitenciário de Rio Preto neste sábado (12/9). Os objetos foram identificados durante o procedimento de revista por scanner corporal.

O primeiro caso ocorreu às 8h52, no Centro de Detenção Provisória (CDP). Uma promotora de vendas, de 31 anos, foi submetida à inspeção e, segundo os policiais penais, carregava duas placas de telefone, quatro baterias pequenas, um fone de ouvido e um minicelular. Também foi encontrada com ela uma porção de maconha, que pesava 106 gramas.

A mulher admitiu aos agentes que receberia R$ 1 mil para levar os materiais para dentro da unidade prisional. A ocorrência foi apresentada no Plantão Policial, onde a delegada confirmou a prisão em flagrante por tráfico de drogas.

Após a decisão, a mulher foi encaminhada para a carceragem da Seccional de Rio Preto e permaneceu à disposição da Justiça.

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Mais tarde, às 10h10, uma segunda ocorrência foi registrada no Centro de Progressão Penitenciária (CPP). Uma autônoma, de 32 anos, foi impedida de prosseguir com a visita depois que o scanner corporal apontou a presença de um objeto escondido na região genital.

Durante a abordagem, foi localizado um microcelular. Aos policiais civis, a mulher declarou que receberia R$ 3 mil para entregar o aparelho dentro do estabelecimento prisional.

Ela foi indiciada pelo crime de entrada ilegal de aparelho móvel de comunicação em estabelecimento prisional. Depois dos procedimentos policiais, foi liberada e continuará sendo investigada.

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