Cidades
Estelionatários continuam fazendo vítimas em Rio Preto
Uma das pessoas enganadas perdeu quase R$ 20 mil
Crimes de estelionato continuam fazendo novas vítimas em Rio Preto. Na quinta-feira (19), por exemplo, pelo menos três casos foram registrados na Central de Flagrantes. Uma vítima teve prejuízo de quase R$ 20 mil.
Um dos casos envolveu uma moradora do bairro Cristo Rei. De acordo com informações do registro policial, a mulher de 64 anos informou ao delegado que “foi até uma agência bancária realizar um empréstimo. No local, tomou conhecimento que os valores não poderiam ser liberados porque o nome da vítima está nos bancos cadastrais de devedores e foi informado sobre uma empresa que estaria a cobrando”.
O filho dela conseguiu contato com o banco por telefone para tentar descobrir o que estava acontecendo. Foi quando tomou conhecimento de uma dívida em nome da vítima aberta desde o mês de junho, relativo à compra de uma viagem em 12 prestações de R$ 582,91 cada. A mulher afirma “que não comprou viagem nenhuma”.
Na agência bancaria, foi orientado a registrar o boletim de ocorrência incluindo os dados cadastrais da mãe. A vítima foi orientada quanto ao prazo de seis meses que tem direito a processar os envolvidos, prazo este que só passa a contar quando eles forem identificados. O caso foi encaminhado à delegacia correspondente a área dos fatos, que vai investigar.
Filho ‘falso’
Em outro caso, a vítima caiu no golpe do ‘parente’ que pede dinheiro pelo WhatsApp. De acordo com informações do boletim de ocorrência, a moradora da Vila Aeroporto, 68 anos, disse na Central de Flagrantes “que começou a receber mensagens de um contato que não tinha na agenda [DDD 021], mas a pessoa utilizava uma foto do filho dela no perfil. O suposto parente afirmou que havia trocado o chip e não havia dado tempo de cadastrar a linha telefônica junto ao aplicativo do banco. Por isso, precisava de dinheiro emprestado via Pix, no valor de R$ 1.998 mil”.
A mulher disse ao ‘filho’ que “só tinha R$ 450 e, mesmo recebendo uma chave Pix de conta de pessoa com nome feminino, não desconfiou de nada, e acabou enviando ao criminoso cibernético R$ 300 e depois mais R$ 150. Ela imaginou estar ajudando o filho”.
Somente após enviar os valores aos golpistas, a vítima fez contato telefônico com o verdadeiro filho, momento em que descobriu ter caído em um golpe.
A rio-pretense recebeu orientação sobre o prazo de seis meses que tem direito a processar os bandidos, prazo este que só passa a valer quando – e se – eles forem devidamente identificados. O caso foi registrado e enviado ao distrito policial correspondente a área dos fatos, que vai dar prosseguimento às investigações.
Grana alta
Quase R$ 20 mil. Este foi o prejuízo de uma moradora da Vila Angélica. Segundo o boletim de ocorrência, a mulher informou à autoridade policial “que, por volta de 15h50, recebeu uma mensagem por meio do aplicativo do banco de que haveria uma transação Pix aguardando confirmação para ser concretizada”.
A vítima garante “que não havia nenhuma transferência Pix, que não emprestou o telefone para ninguém e não revelou a senha também para nenhuma pessoa ou sequer autorizou terceiros a realizarem tal transferência. O Pix foi feito no valor de R$ 19.307,82 mil”.
Por fim, ela forneceu informação sobre a referida movimentação financeira para que seja iniciada a investigação policial com o intuito de identificar o responsável pelo crime. A vítima foi orientada quanto ao prazo de seis meses que tem direito a processar os envolvidos, prazo este que só passa a contar quando eles forem identificados. O caso foi encaminhado à delegacia correspondente a área dos fatos, que vai investigar.
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