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PF prende investigado por exploração sexual infantojuvenil em Rio Preto

Operação Cassiel cumpriu mandados de prisão preventiva e busca e apreensão; investigação aponta atuação na deep web

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Polícia Federal
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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (24/7), a 28ª fase da Operação Cassiel e prendeu preventivamente um investigado por crimes relacionados à exploração sexual infantojuvenil na internet, em Rio Preto.

Durante a ação, os policiais federais cumpriram um mandado de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão, ambos expedidos pela Justiça Federal do município. O objetivo foi localizar e apreender computadores, celulares e outras mídias que possam conter vídeos, imagens ou arquivos relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, armazenados ou compartilhados pela internet.

Segundo a Polícia Federal, as investigações apontaram que o alvo atuava diretamente na deep web, utilizando esse ambiente para comercializar, compartilhar e armazenar material de exploração sexual infantojuvenil.

Além da prisão, os agentes apreenderam dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia para aprofundar as investigações e identificar possíveis novos envolvidos.

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De acordo com a PF, o investigado poderá responder pelo crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que criminaliza a aquisição, posse ou armazenamento de fotografias, vídeos ou qualquer outro registro contendo cenas de sexo explícito ou pornografia envolvendo crianças ou adolescentes. A pena prevista é de um a quatro anos de reclusão, além de multa.

A Operação Cassiel é uma ação permanente da Polícia Federal de São José do Rio Preto, criada em 2022 para combater crimes de abuso e exploração sexual infantojuvenil praticados por meio da internet. Desde o início da operação, já foram cumpridos 33 mandados de busca e apreensão e 13 pessoas foram presas na área de atuação da Delegacia da Polícia Federal de Rio Preto.

O nome da operação faz referência a Cassiel, conhecido na tradição como o “Anjo das Lágrimas”, associado à proteção dos mais vulneráveis e oprimidos.

Informações sobre a identidade do investigado não foram divulgadas pela Polícia Federal.

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