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Rio-pretense cai no golpe do ‘presente de aniversário’ e fica no prejuízo

Falso entregador passou o cartão da vítima em duas máquinas e disse várias vezes “que deu erro”

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Divulgação/Ilustrativa

Um representante comercial ganhou o chamado ‘presente de grego’ no aniversário de 68 anos. Nesta quarta-feira (10), de acordo com informações de um boletim de ocorrência registrado, o rio-pretense, morador do bairro Jardim do Bosque, caiu no crime conhecido como ‘golpe da cesta’ ou ‘golpe do aniversário’ e acabou no prejuízo.

A artimanha consiste em um falso entregador, que chega com alguma cesta ou presente dizendo que ‘é grátis’ e que a vítima deve ‘pagar apenas o valor da entrega’. Em seguida, o criminoso frisa que só pode receber com cartão e usa – ao menos – duas máquinas. Ele fica passando o cartão alegando várias vezes ‘que está dando erro’, quando na verdade está causando débitos à vítimas.

Na Central de Flagrantes, pelo que o homem declarou em depoimento, o ‘modus operandi’ utilizado neste caso foi exatamente o mesmo de quase todos os golpes desta natureza. Segundo ele, “era por volta de 15h30, quando um desconhecido foi até a casa dele de moto. afirmou ser entregador de uma empresa de cosméticos. Como era aniversário do rio-pretense, estaria recebendo um presente de uma pessoa desconhecida, que seria um perfume de marca”.

O falsário seguiu exatamente o mesmo script de sempre. Disse à vítima que “era tudo gratuito, sendo que deveria arcar somente com o valor de R$ 8 referente a entrega e que o referido valor só poderia ser pago mediante cartão bancário. Entregou o cartão na mão do motociclista, que o colocou na máquina e supostamente digitou o valor da entrega, teclou a senha e ouviu do ‘entregador’ que ‘deu erro’. Em razão disso, pegou outra máquina e novamente tentou fazer a transação bancária, dando ‘erro’ novamente”.

Por fim, disse que “após as supostas tentativas, o suspeito foi embora do local com o presente que iria ser dado para ele. Em cerca de 15 minutos, percebeu que duas compras haviam sido realizadas com o cartão dele, uma no débito [valor de R$ 900] e outra no crédito [valor de R$ 800]”. O delegado de plantão registrou a queixa e a documentação foi encaminhada para o distrito policial correspondente a área dos fatos, onde o caso será investigado.

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