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Briga em Serv Festas de Potirendaba acaba em ataque de cachorro e tiros

Rapaz que estava com o animal foi detido em posto de combustíveis adquirindo gasolina para matar vítimas

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Divulgação/Ilustrativa
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O plantão policial de Potirendaba foi marcado por tiro, brigas, ataques de animais, discussões e ameaças de morte neste final de semana. De acordo com informações da Polícia Militar, os fatos se iniciaram próximos da madrugada de domingo (10) em um Serv Festas no Centro da cidade.

Agentes relataram que foram acionados perto de 0h ao local por populares. Ao chegarem no referido endereço, fizeram contato com um policial militar, que já estava por lá, mas, de folga e em trajes civis, além de mais uma testemunha.

Eles informaram que era por volta das 23h40, quando chegaram dois homens (informaram apelidos), os quais passaram a discutir com a segunda testemunha, inclusive, partindo para vias de fato. O policial tentou intervir, porém, um dos envolvidos segurava um cachorro da raça Pit Bull apenas com uma corda, sem focinheira, e começou a atiçar o animal para que os atacassem.

O cão acabou por morder o antebraço esquerdo da testemunha e quando o PM de folga tentou impedir, também foi atacado nos dois braços, causando lesões em ambos, na altura dos bíceps. Como o cachorro continuou o ataque, causando risco de vida a ambos, a vítima, por ser policial militar e estar armada, efetuou um disparo contra o animal para cessar os ataques, o atingindo na barriga.

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Em seguida, o Pit Bull foi socorrido por uma veterinária até Bady Bassitt. O policial militar e a outra vítima/testemunha foram socorridos ao Hospital de Potirendaba, onde receberam atendimento e medicação, sendo liberados em seguida.

O rapaz que estava com o cão foi localizado e detido mais tarde em outro bairro, a Villa Scarpelli, onde tentava adquirir gasolina em um posto de combustíveis, alegando que usaria para atear fogo nas duas vítimas (policial e o colega). Questionado, confirmou “que irá matar ambos”.

Como se não bastasse, ainda pelo estabelecimento comercial, alegou “que não iria pagar o combustível adquirido”, iniciando assim uma discussão com o frentista. O suspeito agrediu o funcionário com um soco no rosto, porém, ele se recusou a representar contra o agressor.

A perícia não pôde trabalhar no local das agressões, pois ele já estava prejudicado. Diante dos fatos, as partes envolvidas foram apresentadas no plantão, onde prestaram depoimento e acabaram liberadas. A arma de fogo do policial militar, uma pistola calibre .40 e um carregador com 11 munições, sendo uma delas utilizada, foram apreendidos. (Com informações da Polícia Militar/Colaborou Bia Menegildo)

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