Política
Conselho ouve depoimento de JP Rillo e proíbe imprensa e transmissão pela TV Câmara
João Paulo Rillo é acusado de cometer crime de improbidade administrativa, pede TV ao vivo e a presença de imprensa nos depoimentos; Conselho nega
O vereador João Paulo Rillo prestou esclarecimentos ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. Ele é acusado de cometer crime de responsabilidade ao chamar os outros vereadores de “canalhas”.
João Paulo Rillo, Psol, protestou contra o Conselho por, segundo ele, ferir o devido processo legal ao não permitir que o vereador tivesse acesso aos depoimentos dos vereadores que o acusaram.
O vereador do Psol solicitou que o Conselho tomasse uma decisão colegiada e não monocrática sobre a sobre a decisão de impor sigilo processual, abertura de prazo para apresentação de testemunhas e transmissão ao vivo do depoimento pela TV Câmara.
Mesmo assim, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara decidiu manter o sigilo e não autorizou a transmissão. Estabeleceu que, no caso do sigilo e da transmissão ao vivo pela TV, vai solicitar parecer à diretoria jurídica. O parecer vai perguntar se é o caso de ouvir testemunhas.
“Considero que a manutenção do sigilo, assim como a própria representação, faz parte da trama governista para cercear o nosso mandato popular, que diariamente aponta as contradições e expõe para a sociedade um governo antipovo, com indícios de corrupção e que não se preocupa com aqueles que mais precisam do poder público”, disse Rillo.
“Repudio a imposição do sigilo. Todos os meus atos enquanto representante do povo foram e continuarão sendo públicos, pois sempre atuei para garantir direitos e melhorar a vida da população”, finalizou.
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