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Suspeito de matar idoso na região de Rio Preto se entrega à Polícia

Investigação aponta discussão ligada a drogas; vítima dividia a casa com o investigado

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Polícia Civil
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A Polícia Civil cumpriu, na tarde desta sexta-feira (13/2), um mandado de prisão temporária contra o suspeito de matar um homem de 63 anos em Icém, a 66 km de Rio Preto. O investigado se apresentou espontaneamente na delegacia, acompanhado de advogado, onde teve a ordem judicial executada.

Ele foi interrogado e confessou ter atingido a vítima com golpes de faca durante uma discussão, alegando legítima defesa. A versão será analisada no inquérito.

O homicídio havia sido registrado no dia 10 de fevereiro, quando a vítima foi encontrada sem vida dentro da própria residência. Desde então, equipes da Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio da Delegacia de Icém, concentraram esforços para identificar e localizar o suspeito. Segundo a corporação, a rápida reunião de elementos permitiu a representação pela prisão temporária, deferida pela Justiça.

O que se sabe sobre a vítima e a dinâmica do caso

A vítima foi identificada como Eduardo Silveira, de 63 anos. Ele foi encontrado na cozinha da casa onde morava, coberto por cobertores, após um conhecido pular o muro do imóvel para verificar a situação, já que não conseguia contato com o morador. Ao perceber sinais de violência, a testemunha acionou a polícia.

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De acordo com o boletim de ocorrência, Eduardo dividia a residência com um jovem de 25 anos, o mesmo que passou a ser tratado como principal suspeito desde o início das apurações e que agora está preso temporariamente. Não há informação oficial de que a vítima fosse casada; o que foi confirmado é a convivência no imóvel entre os dois homens.

Em depoimento, o investigado afirmou que o crime ocorreu durante uma discussão relacionada ao uso de substâncias entorpecentes. A Polícia Civil não detalhou a natureza da relação entre eles além da coabitação, ponto que segue sob apuração para esclarecer o contexto completo do homicídio.

Com a prisão e o interrogatório formalizados, a investigação entra na fase final, restando diligências complementares. O inquérito deverá apontar as circunstâncias definitivas do crime e subsidiar eventual denúncia do Ministério Público.

O caso segue sob responsabilidade da delegacia local, vinculada à Seccional de Rio Preto, que afirma manter o acompanhamento até a conclusão total das apurações.

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