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Empresária é agredida após reclamar de bombinhas em condomínio

Mulher afirma que teve celular jogado em terreno baldio e levou tapa na cabeça

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Imagem ilustrativa reproduzida com IA
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Uma empresária de 51 anos denunciou ter sido agredida após reclamar do uso de artefatos pirotécnicos dentro de um condomínio no Parque Residencial Buona Vita, em Rio Preto. O caso aconteceu na tarde deste domingo (10/5), Dia das Mães.

Segundo relato feito à Polícia Militar, a mulher descansava em casa quando ouviu fortes estampidos vindos da área externa do condomínio. Ela contou que os barulhos deixaram seus dois cães extremamente assustados, especialmente um deles, de 15 anos, que entrou em estado de pânico.

Ao sair para verificar o que acontecia, a empresária encontrou um grupo de crianças, com idades entre cinco e seis anos, manuseando e soltando bombinhas. Próximo ao local, havia um casal de adultos que aparentava ser responsável pelos menores.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, a moradora pediu diversas vezes para que os responsáveis interrompessem as explosões, alertando sobre o impacto do barulho nos animais. Uma mulher teria respondido que se tratavam apenas de “traques” e afirmou que o próprio cachorro não estava incomodado com o som.

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Diante da continuidade da situação, a empresária acionou a portaria do condomínio e solicitou a presença da equipe de segurança. Enquanto aguardava atendimento, começou a fotografar resíduos dos artefatos espalhados pelo local.

Nesse momento, segundo o relato, um homem se aproximou, tomou o celular da vítima e arremessou o aparelho para um terreno baldio do outro lado da rua. Em seguida, ainda conforme a denúncia, ele desferiu um tapa na cabeça da empresária, justamente na região onde ela possui uma cicatriz de procedimento cirúrgico.

A vítima afirmou que o agressor dizia, em tom alterado, que ela deveria “saber falar com as pessoas”. O homem deixou o local antes da chegada da Polícia Militar e não teve a identidade informada por moradores nem pela administração do condomínio.

O caso foi registrado como vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.

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